quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

O NASCIMENTO DO REDENTOR


O nascimento de Jesus foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José… achou-se grávida pelo Espírito Santo” (Mateus 1.18).

O nascimento de Jesus foi o cumprimento de um plano eterno. As profecias definiam como e onde ele deveria nascer. Na plenitude dos tempos, ele nasceu da tribo de Judá, de uma virgem. Em Belém da Judeia. O anjo Gabriel anunciou a Maria, desposada por José, que ela conceberia por obra do Espírito Santo e daria à luz a um filho, cujo nome seria Jesus. Este herdaria o trono de Davi e seria chamado Filho do Altíssimo. Maria colocou-se à disposição do Senhor para que nela se cumprisse sua vontade, entendendo que para Deus não há impossíveis.
Para que a profecia de Miqueias 5.2, fosse cumprida, Deus move o império romano para fazer um recenseamento, a fim de que José e Maria saíssem de Nazaré para se alistarem em Belém. Naquela noite, o Sol da justiça nasceu, não num berço de ouro, mas numa estrebaria. O Eterno entrou no tempo e o Deus infinito vestiu pele humana. O Rei dos reis se fez servo. Sendo Ele rico se fez pobre por amos de nós, para que, por sua pobreza, nos tornássemos ricos.
Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo armou sua tenda entre nós e veio para nos reconciliar com Deus. O Natal é a boa notícia de que Deus nos amou de tal maneira que nos deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.

Extraído do livreto Cada Dia – 05/12/18        

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A ASCENDÊNCIA DO REDENTOR


Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão” (Mateus 1.1).

Mateus já de início, toca a nota que há de soar através de toda a sua narrativa. Davi recebeu uma promessa da parte de Deus: “Este edificará uma casa ao meu nome, e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino” (2 Samuel 7.13). Um membro de sua posteridade seria rei através das gerações: “Farei durar para sempre a sua descendência; e, o seu trono, como os dias do céu” (Salmo 89.29).
O propósito do autor é vincular Jesus Cristo tanto a Davi como a Abraão e provar que o Senhor Jesus Cristo é o filho de Davi e o filho de Abraão, e, portanto, daquela nação e daquela família através da qual o Messias estava para surgir. Abraão e Davi eram os grandes depositários da promessa relativa ao Messias. A promessa da bênção foi feita a Abraão e à sua semente, e a do poder, a Davi e à sua semente.
Porque em Jesus Cristo se cumpre a promessa feita a Abraão, de que nele todos os povos seriam abençoados (Gênesis 12.3; 18.18b; 22.18), a salvação de Deus em Jesus Cristo veio não só para os judeus, mas também para os gentios, ou seja, para todos os povos da terra. Ao chamar Cristo de filho de Davi e filho de Abraão, Mateus demonstra que Deus é fiel à sua promessa e cumpre tudo o que diz. A palavra de Deus não pode falhar. As promessas de Deus são fiéis e verdadeiras.

Extraído do livreto Cada Dia – 04/12/18

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

ANDANDO POR ELAS

Andando por elas, não se embaraçarão os teus passos
Provérbios 4.12

O Senhor coloca a ponte da fé bem debaixo dos pés do caminhante. Se Ele a colocasse um metro adiante, não seria uma ponte de fé. O que está à nossa vista não é alcançado pela fé.
Existem, em algumas estradas do interior dos Estados Unidos, porteiras que se abrem por si. Ali está a porteira, firme e fechada diante do viajante que se aproxima. Se ele parar a certa distância, ela não se abrirá; mas se chegar com o carro até junto dela, as rodas do veículo pressionarão as molas que se acham sob a terra, e a porteira se abrirá totalmente para lhe dar passagem. Ele só precisa aproximar-se bem da porteira, e ela se abrirá; do contrário continuará fechada.
Isto ilustra a maneira de transpormos as barreiras que se nos deparam no caminho do serviço. Quer seja um rio, uma porteira ou uma montanha, tudo o que o filho de Deus tem de fazer é avançar em sua direção. Se for um rio, secará, quando pusermos o pé nas suas águas. Se for uma porteira, ela se abrirá, quando chegarmos à distância própria e continuarmos em frente. Se for montanha, ela se transportará e se lançará ao mar, quando sem hesitação pisarmos no lugar onde pensávamos que ela se erguia.
Será que, neste momento, existe alguma barreira na sua estrada de serviço? Simplesmente caminhe em direção a ela em nome do Senhor, e ela não estará mais ali. – H. C. Trumbull
Ficar lamentando a situação é perda de tempo. O Senhor nos diz para avançarmos. Avancemos, então, ousadamente – mesmo que seja noite, quando mal vemos o caminho. Ele se abrirá, enquanto avançamos, como uma trilha da floresta ou um desfiladeiro dos Alpes, de que não vemos mais que alguns metros à nossa frente. Prossigamos! Se se fizer necessário, encontraremos a coluna de nuvens e de fogo para nos indicar o caminho através do deserto. Há guias e estalagens ao longo da estrada. Encontraremos roupa, alimento e amigos em cada fase da viagem. E como disse alguém de maneira tão original e própria: “Não me importo se as coisas não vão muito bem, pois estou indo para o lar celestial. O que pode acontecer é eu chegar lá cansado, mas a alegria da acolhida valerá por tudo”.

Extraído do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman 02/07

A GENEALOGIA DO REDENTOR


Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão” (Mateus 1.1).

O Novo Testamento inicia com um livro da origem. O nascimento de Jesus assinala um novo começo, não apenas para Israel, mas para toda a raça humana. No Antigo Testamento tratava-se do nascimento do primeiro Adão, aqui no Novo Testamento trata-se do nascimento do segundo Adão. Mateus usa esse método para provar que Jesus Cristo não é uma figura isolada nem um inovador, mas alguém que foi prometido por Deus, por abundantes profecias.
Seu nascimento é o cumprimento de preciosas promessas ao seu povo. Mateus apresenta a linhagem humana de Jesus (1.1-17), bem como sua linhagem divina (1.18-25). Jesus Cristo é apresentado como o judeu por excelência, pois além de ser descendente de Abraão, com direito às promessas da aliança abraâmica (Gênesis 12.1-3; 15.1-21), é também descendente de Davi, com direito às promessas da aliança davídica (Samuel 7.12,13).
Jesus Cristo, o ungido de Deus, o Messias, é o mais alto de todos os Reis, e o mais sacerdotal de todos os sacerdotes, assim como o mais inspirado e inspirador entre todos que alguma vez foram profetas de Deus. As profecias do Antigo Testamento afirmavam que o Messias nasceria de uma mulher (Gênesis 3.15), da descendência de Abraão (Gênesis 22.18), da tribo de Judá (Gênesis 49.10) e da família de Davi (2 Samuel 7.12,13).

Extraído do livreto Cada Dia – 03/12/18

domingo, 2 de dezembro de 2018

A MÃE DO REDENTOR


E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre!” (Lucas 1.42).

Maria era noiva de José, o carpinteiro de Nazaré. Ela foi muito favorecida. Deus era com ela (Lucas 1.28). Ela achou graça diante de Deus (Lucas 1.30). Ao receber a instrução do anjo Gabriel de que seria a mãe do Salvador, por obra sobrenatural do Espírito Santo, prontificou-se a fazer a vontade de Deus, dizendo: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra” (Lucas 1.38). Isabel, sua parenta, reconheceu que ela seria bendita entre as mulheres (Lucas 1.42). Abertamente a chamou de mãe do seu Senhor (Lucas 1.43) e bem-aventurada, por ter crido no Senhor (Lucas 1.43).
Maria demonstra sua gratidão ao Senhor bem como sua alegria nele (Lucas 1.46,47). Reconheceu a Deus como seu salvador (Lucas 1.46). Deus a contemplou em sua humildade (Lucas 1.48) e fez grandes coisas por ela (Lucas 1.49). Maria foi uma mulher humilde e corajosa.
Proclamou a poderosa revolução provocada pelo reino de Deus, a revolução moral: Deus dispersou os que alimentam pensamentos soberbos (Lucas 1.51). Revolução política: Deus derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes (Lucas 1.52). Revolução social e econômica: Deus encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos (Lucas 1.53). Revolução espiritual: Deus amparou o seu povo (Lucas 1.54,55). Maria foi uma serva fiel do Deus Altíssimo!

Extraído do livreto Cada Dia – 02/12/18

sábado, 1 de dezembro de 2018

NADA VOS SERÁ IMPOSSÍVEL

Nada vos será impossível  -  Mateus 17.20

Para aqueles que estão realmente dispostos a apoiar-se no poder do Senhor para guiá-los e dar-lhes a vitória, é possível viver a vida crendo totalmente em Suas promessas.
É possível lançarmos diariamente o nosso cuidado sobre Ele, e gozar profunda paz.
É possível purificarmos os pensamentos e as imaginações do nosso coração, num sentido mais profundo.
É possível vermos a vontade de Deus em todas as coisas, e recebê-la, não gemendo, mas cantando.
É possível, se nos refugiarmos no poder divino, ficarmos mais fortes e cada passo. É possível descobrirmos que, aquilo que antes nos perturbava em nosso propósito de sermos pacientes, puros, humildes, fornece-nos agora uma oportunidade de experimentarmos que o pecado não tem domínio sobre nós. Isto temos por meio dAquele que nos amou, o qual opera em nós a submissão à Sua vontade e uma consciência verdadeira da Sua presença e poder.
Essas possibilidades nos são fornecidas pela graça divina, e porque são obras dEle, quando as experimentamos, somos levados a nos curvar humildemente a Seus pés e aprendermos a aspirar por mais.
De fato, não podemos ficar satisfeitos com menos do que andar com Deus – cada dia, cada hora, cada momento; em Cristo, pelo poder do Espírito Santo. – H. C. G. Moule
Podemos ter de Deus tudo quanto queremos – Cristo nos põe na mão a chave do tesouro e nos manda que tiremos tudo o que quisermos. Se fosse concedido a alguém acesso aos cofres de um banco e lhe dissessem para tirar dali tudo quanto quisesse, e ele saísse com apenas um real, quem seria o culpado de sua pobreza? De quem é a culpa se os filhos de Deus vivem, geralmente, com porções tão pequenas das riquezas gratuitas de Deus? McLaren

Extraído do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman 20/02

O NOME DO REDENTOR


Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos pecados dele” (Mateus 1.21).

José era noivo de Maria quando ela ficou grávida por obra do Espírito Santo. Embora Maria estivesse comprometida com José, o casamento ainda não havia sido consumado. Para não incriminar Maria e expô-la ao vexame público, por ser homem justo, José resolve deixá-la secretamente. Por amar Maria, José a poupou da difamação; por amar a lei de Deus, José resolve abdicar-se do casamento com ela.
Foi nesse momento de sua fuga, carregada de sofrimento e perplexidade que um anjo do Senhor apareceu a ele dizendo para receber Maria, pois o que nela havia sido gerado era obra do Espírito Santo. O anjo determinou também que José desse o nome de Jesus ao menino e especificou a razão “… porque ele salvará o seu povo dos pecados dele”. Essa mesma ordem o anjo Gabriel deu a Maria, ao comunicar-lhe que ela seria a mãe do Salvador (Lucas 1.31).
Para ser o nosso Salvador, Jesus não nasceu de uma relação ordinária entre José e Maria. Ele não herdou a culpa do pecado de Adão como um membro da raça humana, pois foi Santo e inculpado. Foi verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. Uma só pessoa, duas naturezas. Ele veio para salvar o seu povo, tomar sobre si os seus pecados, morrer em seu lugar, ressuscitar para sua justificação e comprar para ele eterna redenção.

Extraído do livreto Cada Dia – 01/12/18