domingo, 9 de dezembro de 2018

TANTAS EMOÇÕES


Meu coração está comovido dentro de mim, as minhas compaixões, à uma, se acendem. – Oseias 11.8.

A frase do parachoque de um veículo chamou a minha atenção: “São tantas emoções.” Enquanto pensava nessas palavras, observei os painéis de propaganda ao longo da estrada. Eles propunham escolher o que me “afastaria” de emoções desagradáveis: bebida alcoólica para amortecer a dor emocional, comida com muitas calorias para aliviar os sentimentos de vazio, carros luxuosos e outros itens caros para diminuir os sentimentos de inferioridade.
Muitas tentações, que nos seduzem e nos afastam de Deus, parecem prometer aliviar a dor emocional que todos nós sentimos por causa das consequências do pecado; de nosso próprio pecado ou do pecado de outros.
Deus nos deu um exemplo diferente. Em vez de se tornar insensível à dor que o nosso pecado causa, preferiu sofrer as consequências dele. Por meio do profeta Oseias, Deus expressou a dor dilacerante de perder um filho rebelde. Ele disse com ternura: “Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor […] e me inclinei para dar-lhes de comer” (11.4). Mesmo assim, eles rejeitaram o seu Pai celestial. Relutante, Deus deixou que o povo enfrentasse as consequências.
Quando decidimos encarar e sentir todos os aspectos das nossas emoções, boas e más, chegamos a uma melhor compreensão de Deus que nos criou segundo a Sua imagem: a imagem de um Deus que se emociona. – Julie Ackerman Link

Não é errado sentir que as coisas vão mal neste mundo. Deus também tem esse tipo de sentimento.

Pão Diário Mulheres – 12/jan

A PROCLAMAÇÃO DO REDENTOR


É que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2.11).

O nascimento de Jesus, mesmo sendo num cenário de extrema pobreza, foi um acontecimento glorioso. Os pastores de Belém foram os primeiros a serem informados do nascimento do Messias. Uma luz celestial irradiou ao redor deles e um anjo proclamou a eles a boa nova de grande alegria. Nascia ali, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. A profecia de Miqueias estava se cumprindo: “E tu, Belém-Efrata [...] de ti sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Miqueias 5.2).
Na cidade, cujo significado, é casa do pão, nascia o Pão da vida, aquele que satisfaz nossa alma. Na cidade, onde nasceu o grande rei Davi, nascia o Rei dos Reis. Aos pastores, desprezados e mal afamados trabalhadores de seu tempo, vêm a gloriosa notícia de que o Messias acabara de chegar. Ele é o Salvador do mundo. Ele é o Cristo, o ungido de Deus, o Messias prometido. Ele é o Senhor dos senhores, aquele que veio para reinar sobre o seu povo.
O Natal marca o nascimento do Messias, o Redentor. O eterno entrou no tempo. O infinito tornou-se um bebê. O Rei da glória se fez servo. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo nasceu de uma virgem e foi colocado numa manjedoura. Oh, gloriosa verdade, sublime mistério!

Extraído do livreto Cada Dia – 09/12/18

sábado, 8 de dezembro de 2018

ASSUSTADO POR UM CACHORRO


...não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus... – Isaías 41.10.

Certa manhã de domingo, um dos meus filhos, ainda pequeno, caminhava comigo em direção à igreja. Logo, os primeiros sinais e sons de um novo dia o convidaram a caminhar em minha frente. Repentinamente, o seu passo descontraído parou. No caminho havia um cachorro da raça boxer olhando para ele. Parando abruptamente, meu filho voltou e correu para o meu lado. Somente depois que a mão dele estava na minha e de saber que eu estava bem ao seu lado, ele conseguiu passar pelo cachorro sem preocupação.
Que quadro maravilhoso da nossa peregrinação por este mundo! De tempos em tempos os obstáculos ferozes de doença, problemas financeiros ou conflitos pessoais aparecem diante de nós, trazendo medo ao nosso coração. Em princípio, ficamos desnorteados e a vida parece ter chegado a uma rua sem saída. Mas então, pela fé, nos movemos em direção ao Salvador, compreendendo que não ousamos seguir adiante sem a certeza da Sua presença. Ao confiarmos completamente nele, o Senhor nos ajuda a enfrentar o futuro, caminhando conosco em cada passo que damos.
Se a ansiedade e o medo estão à sua espreita no início de cada manhã, lembre-se da promessa maravilhosa de Isaías 41.10: “...não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel”. O – Dennis DeHaan

Se você não consegue encontrar uma saída, olhe para cima.

Pão Diário Mulheres – 16/jan

OS DRAMAS DO REDENTOR


Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer...” (Isaías 53.3).

O Natal é visto, hoje, como uma festa de muita luz, música, e presentes. Porém, o primeiro Natal teve um pano de fundo bem diferente. Quando o anjo Gabriel foi a Nazaré comunicar a Maria que ela seria mãe do Salvador, ela teve medo. As implicações para ela seriam muito graves. Quem acreditaria que sua gravidez era resultado de uma visita angelical e uma obra do Espírito Santo? Será que seus pais acreditariam nela? Será que José, seu noivo, acreditaria nessa história?
A infidelidade de uma noiva era punida com a morte. José, por um tempo, não acreditou nessa história e resolveu abandoná-la secretamente. Quando Maria estava para dar à luz, o casal precisou fazer uma viagem longa, rumo a Belém. Ali não havia lugar para eles na hospedaria. Fora dos holofotes e muito longe de qualquer cuidado, Maria deu à luz a Jesus e o deitou numa manjedoura.
Oh, que disparidade! O Rei dos Reis não nasceu num palácio, mas numa gruta. Foi vestido não com púrpura, mas enfaixado em panos. Não foi presenteado pelo rei de seu povo, mas caçado para ser morto. Ainda criança precisou buscar asilo no Egito para poupar sua vida. O profeta Isaías não consegue encontrar outras palavras para descrevê-lo, senão essas: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens”.

Extraído do livreto Cada Dia – 08/12/18

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

A ENCARNAÇÃO DO REDENTOR


E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória como do unigênito do Pai” (João 1.14).

Jesus é o Verbo eterno, pessoal e divino. É o Verbo criador, que tem vida em si mesmo e é a verdadeira luz, que vinda ao mundo ilumina toda a humanidade. Ele é o Salvador, e todo aquele que o recebe e crê em seu nome, recebe o poder de ser feito filho de Deus. O Verbo humilhou-se a si mesmo, se esvaziou e se fez carne. Ele vestiu pele humana e calçou as sandálias da humildade.
Armou sua tenda, não longe de nós, mas entre nós. Pisou nosso chão, bebeu nossa água, chorou nossa lágrima e sentiu nossa dor. Carregou sobre seu corpo, no madeiro, nossos pecados. Manifestou-se a nós não cheio de justiça e juízo, mas cheio de graça e verdade. Veio a nós não por causa dos nossos méritos, mas apesar das nossas mazelas. Apanhou-nos sujos, prisioneiros do pecado, depravados e condenados e nos deu vida. Veio para tomar-nos pela mão e levar-nos de volta ao Pai. Veio para nos mostrar a glória refulgente do Pai, pois Ele mesmo, sendo a exata expressão do ser de Deus, o resplendor da glória, introduziu-nos na sala do trono.
Oh, sublime mensagem do Natal! Oh, sonora música que invade nosso coração! Sendo Ele Deus se fez homem, para fazer de nós, homens pecadores, filhos de Deus! Sendo Filho de Deus, veio da parte de Deus, para nos reconciliar com Deus!

Extraído do livreto Cada Dia – 07/12/18

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

TESTADOS E APROVADOS


Muitos proclamam a sua própria benignidade; mas o homem fidedigno, quem o achará? – Provérbios 20.6.

Muitas vezes nos decepcionamos pela atitude de algumas pessoas. Um membro da família promete entrar em contato, mas os meses se passam sem uma única comunicação. Um pastor nos diz que fará uma visita quando estamos doentes, mas não aparece no hospital nem em nossa casa. Um amigo promete ficar ao nosso lado, mas nem sequer nos telefona. Outros dizem que vão orar por nós, mas se esquecem rapidamente das nossas necessidades. Alguém promete cumprir uma tarefa importante para nós, mas nunca a cumpre. Então nos perguntamos: “...o homem fidedigno, quem o achará?” (Provérbios 20.6).
Podemos fazer pouca coisa com relação à infidelidade dos outros, mas podemos fazer muito a respeito da nossa fidelidade para com os outros. Quando fazemos uma promessa, devemos cumpri-la. Quando dizemos a alguém que vamos orar, precisamos seguir em frente e cumprir o prometido. Quando proclamamos nossa lealdade e amor pelos outros, podemos fazer pequenas coisas que demonstrem a nossa sinceridade.
O apóstolo Paulo disse que o fruto do Espírito Santo é fidelidade (Gálatas 5.22). Deus criará em nós um espírito firme, se levarmos a sério e cumprirmos o que dizemos que queremos fazer pelos outros.
Peça a Deus que a transforme em alguém com quem os outros possam contar, uma pessoa que foi testada e aprovada. – David Roper

Fidelidade nas pequenas circunstâncias tem valor incalculável.

Pão Diário Mulheres – 26/jan

A PRESENÇA DO REDENTOR


Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel, que quer dizer: Deus conosco” (Mateus 1.23).

O nascimento de Jesus não foi fruto do acaso, mas cumprimento de profecia. Sua concepção não foi evidência da infidelidade de Maria, mas da fidelidade de Deus. A promessa de qua a virgem conceberia e daria à luz um filho, devendo ser ele chamado Emanuel, Deus conosco, era não o desfazimento de um noivado firmado pelo amor entre dois jovens, mas a concretização da maior prova de amor do próprio Deus.
A palavra hebraica almah, traduzida aqui por virgem, jamais é usada para uma mulher casada, nem na Bíblia nem em qualquer outro lugar. Qual é a importância de Jesus ter nascido de uma virgem por obra do Espírito Santo? Se Jesus tivesse sido o filho de José e Maria por geração ordinária, teria sido uma pessoa humana e, como tal, um participante da culpa de Adão e, por isso, um pecador, incapaz de salvar a si mesmo, daí também incapaz de livrar outros de seus pecados.
Para que pudesse nos salvar, o Redentor tinha de ser Deus e homem numa só pessoa. A doutrina do nascimento virginal satisfaz todas essas exigências. Ele é Deus manifestado em carne (1 Timóteo 3.16). Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade (Colossenses 2.9). Ele vem como Emanuel, Deus conosco. Jesus não é simplesmente um profeta que vem falar da parte de Deus: Ele é o próprio Deus.

Extraído do livreto Cada Dia – 06/12/18