Orou
Eliseu e disse: Senhor, peço-Te que
lhe
abra os olhos para que veja.
2
Romanos 6.17.
Esta
é a oração que precisamos fazer por nós mesmos e uns pelos
outros: “Senhor, abre os nossos olhos para que vejamos”; pois,
à nossa volta, como foi com o profeta, estão carros de Deus e
seus cavaleiros, esperando para levar-nos a vitórias gloriosas. E
quando os nossos olhos são assim abertos, podemos ver em todos os
acontecimentos da vida – grandes ou pequenos, alegres ou tristes
– um “carro” para a nossa alma.
Tudo
o que nos vem pode tornar-se um carro, se o tratarmos como tal; e
por outro lado, a mais leve dificuldade pode ser um peso esmagador
e deixar-nos em miséria e desespero, se assim a considerarmos.
Cabe
a nós mesmos escolher o que cada circunstância será. Tudo
depende não dos acontecimentos em si, mas de como os tomamos. Se
nos deixamos abater em face deles e permitimos que nos esmaguem,
tornam-se para nós como o carro de Jaganata, que transportava o
ídolo do deus e debaixo do qual os fiéis se lançavam; mas se
subimos neles como num carro de vitória e os fazemos carregar-nos
para diante e para o ato em triunfo, tornam-se para nós os carros
de Deus. – Hannah Whitall Smith
O
Senhor não pode fazer muito com o crente abatido; por isso o
inimigo procura sempre levar o povo do Senhor ao desespero e ao
sentimento de que nada podemos fazer pela nossa situação ou pela
situação da igreja. Alguém já disse que um exército
desanimado vai para a batalha com a certeza da derrota. Contou-nos
uma missionária, que foi levada de volta para a pátria,
inválida, porque, como o seu espírito desmaiou, em conseqüência
o seu corpo desmaiou também. Precisamos entender melhor estes
ataques do inimigo sobre o nosso espírito e aprender como
resistir a eles. Se o inimigo não consegue deslocar-nos da nossa
posição, então procura consumir-nos (Deuteronômios 7.25)
por um cerco prolongado, para que, por fim, pelo total abatimento,
emudeça o nosso grito de vitória.
Extraído
do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman 04/04
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
OROU ELISEU
quarta-feira, 3 de abril de 2019
PROVEI-TE NA FORNALHA DA AFLIÇÃO
Isaías
48.10
Atentemos
para a palavrinha na. Devemos honra o Senhor na aflição
– naquilo que de fato é uma aflição. Embora tenha havido casos
em que Deus não permitiu que Seus servos sentissem as chamas,
contudo, regra geral, o fogo traz dor.
Mas
aí mesmo é que devemos glorificá-Lo, pela nossa perfeita fé na
Sua bondade e amor, que permitiram a vinda de todas essas coisas
sobre nós.
E
mais do que isto, devemos crer que dessa situação virá alguma
coisa mais para o Seu louvor, do que viria sem essa dura prova.
Algumas
provas só podemos atravessar com uma grande fé; uma fé pequena não
agüentaria. Precisamos conhecer a vitória na aflição. –
Margaret Bottome
A
fidelidade do crente é comprovada no tempo da aflição. Os moços
que foram lançados na fornalha ardente saíram como entraram –
exceto quanto aos cordões que os amarravam.
Quantas
vezes, na fornalha da aflição, Deus nos arranca os cordões! O
corpo daqueles moços ficou ileso – sua pele nem se chamuscou. Nem
tampouco seus cabelos ou suas roupas, e nem cheiro de fogo passou
sobre eles. E assim é que os crentes devem sair da fornalha da
aflição: libertos dos cordões que os amarram e não tocados pelas
chamas.
Triunfando
deles na cruz. (Colossenses 2.15)
Esse
é o verdadeiro triunfo – triunfar sobre a doença, na doença;
triunfar sobre a morte, morrendo; triunfar sobre as
circunstâncias adversas, estando nelas. Sim, creia-me, irmão,
há um poder capaz de fazer-nos vitoriosos na luta. Há uma
alta posição a ser conquistada, de onde poderemos contemplar as
regiões de onde viemos e cantar o nosso cântico de triunfo, e isso,
ainda nesta vida. Sendo pobres, podemos levar muitos a nos
considerarem ricos, e em nossa pobreza podemos enriquecer a muitos. O
nosso triunfo é na circunstância. O triunfo de Cristo foi na
Sua humilhação. Possivelmente o nosso triunfo também será
manifestado naquilo que aos outros parece humilhação. – Margaret
Bottome
Há
algo de cativante na figura de um crente cheio de tribulações, e
tendo contudo o coração firme e cristalino. Não é verdade que há
algo de valor contagiante na visão de alguém grandemente tentado,
mas mais do que vencedor? Não é um tônico para o coração, vermos
um peregrino, quebrado no corpo, mas conservando o esplendor de uma
paciência não quebrada? Que testemunho do poder da graça! – J.
H. Jowett
Extraído
do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman
03/04
SEM MAIS CHORO
“Bem-aventurados
os que choram, pois serão consolados.”
(Mateus 5.4).
Vivemos
em um mundo instável onde todas as pessoas estão sujeitas a
momentos de dor, tristeza, angústia e sofrimento. Esse sistema em
desequilíbrio faz com que constantemente nos sintamos magoados e
oprimidos até mesmo por pessoas próximas de nós e, além do mais,
temos a sensação de que muitas tragédias acontecem completamente
fora do nosso controle e tudo o que nos resta nesses momentos é
derramarmos nossas lágrimas.
Jesus
Cristo, ao falar sobre as boas novas do Reino de Deus, afirma que
mesmo aqueles que choram por conta das adversidades podem se alegrar,
pois eles serão consolados. Em momentos de dor e sofrimento não
devemos buscar encontrar repostas lógicas para compreendê-los, mas
devemos buscar consolo e descanso em quem de fato pode fazer isso.
Pois se o sofrimento e a morte são frutos do pecado, Jesus é aquele
que venceu o pecado e a morte ao ressuscitar ao terceiro dia.
Se
hoje você está passando por um momento difícil, adverso, de
tremenda dor e aflição, saiba que você pode chorar diante de Deus.
E mais, saiba que, em meio às lágrimas, você também pode se
alegrar, pois chegará o momento, na eternidade, diante do criador
dos céus e da terra, que o próprio Senhor Jesus enxugará de seus
olhos todas as lágrimas.
Extraído
do livreto Cada Dia – 03/04/19
terça-feira, 2 de abril de 2019
MESMO SEM MERECER
“Bem-aventurados
os pobres de espírito, pois deles é o Reino dos céus.”
(Mateus 5.3).
Os
religiosos do tempo de Jesus se consideravam ricos de espírito por
causa de suas virtudes morais, de suas práticas piedosas, além da
capacidade de conseguirem cumprir todas as regras e ritos
estabelecidos. Assim, eles se consideravam aceitáveis diante de Deus
e, portanto, merecedores do Reino dos céus. No entanto, Jesus choca
os religiosos dizendo que o Reino é para aqueles que são pobres de
espírito.
Naquele
tempo duas palavras eram usadas para se referir a alguém que era
pobre. Uma delas dizia respeito à pessoa que vivia de forma muto
simples e precisava trabalhar diariamente para ter o básico para sua
sobrevivência. A outra se referia ao indivíduo em condição de
indigência ou miséria absoluta, que não possuía nada de valor
para oferecer. (Nem mesmo força física para garantir seu sustento).
A palavra aqui usada por Jesus é a segunda. Plenamente felizes são
os miseráveis.
O
Reino dos céus é para aqueles que compreendem que não possuem
absolutamente nada para oferecer a Deus, conseguem perceber suas
falhas, erros, limitações e pecados, mas ainda assim têm a
convicção de que são amados por Deus, não por merecimento, mas
por graça. Não importa o quão miserável e incapaz você se sinta
hoje. Lembre-se: Deus ama você e pode transformar a sua vida.
Extraído
do livreto Cada Dia – 02/04/19
OLHARAM...
Olharam... e eis que a glória do Senhor apareceu na nuvem.
Êxodos 16.10
Cultivemos
o hábito de procurar nas nuvens a borda iluminada, e, achando-a,
continuemos a olhar para ela, em vez de ficar olhando para o cinzento
escuro do centro.
Não
nos entreguemos ao desânimo, por mais oprimidos ou molestados que
estejamos. A pessoa desanimada nada pode fazer. Nesse estado, ela não
consegue resistir aos ardis do inimigo, nem prevalecer em oração
pelos outros.
Fujamos
de qualquer indício desse inimigo mortal, como fugiríamos de uma
víbora. Não nos demoremos a virar-lhe as costas, ou
acabaremos lambendo o pó, em amarga derrota.
Olhemos
para as promessas de Deus, e digamos a respeito de cada uma delas:
“Esta promessa e para mim.” E se algum sentimento de dúvida ou
desânimo ainda persistir, derramemos o coração diante de Deus e
peçamos-Lhe que repreenda o inimigo que tão impiedosamente nos
inquieta.
No
momento em que nosso coração rejeita a desconfiança ou o desânimo,
o Espírito Santo desperta em nós a fé e sopra em nossa alma o
vigor divino.
A
princípio não temos consciência disto, mas, se com o coração
resoluto, e sem olhar para os lados, continuarmos desprezando toda
dúvida e depressão que nos assalta, logo teremos consciência de
que os poderes das trevas estão recuando.
Se
os nossos olhos pudessem enxergar o exército de força e poder que
esta atrás de nós cada vez que tomamos posição contra as hostes
das trevas e em direção a Deus, quanto terreno o inimigo perderia
em seus esforços para nos deprimir e desanimar!
Pois
se o crente mais fraquinho submeter-se ao Senhor e recorrer a Ele no
nome de Jesus e com a fé singela de uma criança, todo o poder de
Deus estará do seu lado.
Certo
dia de outono, vi uma águia mortalmente ferida por um tiro. Seus
olhos ainda brilhavam como um aro luminoso. Ali, vagarosamente, ela
virou ainda a cabeça e lançou para as alturas um olhar ansioso. As
alturas tinham sido o seu domínio. Mas agora lá estava à morte,
porque, por um momento, esquecida, tinha voado baixo demais. A nossa
alma é como essa águia. Aqui em baixo não é o seu lugar. Ela não
pode perder aquele olhar em direção ao alto. Temos de guardar a fé,
guardar a
esperança,
guardar a coragem, conservar os olhos em Cristo. Se não vamos ser
corajosos, é melhor abandonarmos já o campo de batalha, pois a hora
não é para covardia. Ó minha alma, guarda os teus olhos no alto.
Olhando para o ocidente, não veremos o sol nascer. Provérbio Japonês
Extraído
do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman
02/04
segunda-feira, 1 de abril de 2019
EU SEI EM QUEM TENHO CRIDO
2
Timóteo 1.12
“Na
tempestade”, disse um velho marujo, “só há uma coisa que se
pode fazer – uma só: pôr o navio em determinada posição, e
conservá-lo nela.”
Crente,
é isso que temos que fazer. Às vezes, como Paulo, não vemos nem o
sol nem as estrelas, e a tempestade que cai não é pequena. Só há
uma coisa a fazer – uma só.
A
razão não nos pode ajudar; as experiências passadas não nos
trazem luz. Até a oração parece não trazer consolo. Só resta um
caminho. Temos que pôr a alma em determinada posição, e ali ficar.
Temos
que estar escorados no Senhor; e venha o que vier – onda ou vento,
trovões ou raios, vagalhões ou rochedos perigosos – não importa
o quê, nosso lugar é estar atado ao leme, na certeza de que Deus é
fiel; de que Ele assumiu um compromisso para conosco em Sua aliança;
de que Ele nos tem amor eterno em Jesus Cristo. – Richard Fuller
Melhor
lugar não há
De
pouso e segurança
Que
os braços do Senhor
Eu
fico ali;
Espero
ali;
Ali
me escondo e abrigo;
Eu
moro ali. Pois nEle achei:
Meu
Deus,
Meu
Pai,
Meu
Salvador,
Meu
Mestre,
Meu
amigo.
Extraído
do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman
01/04
SEGUINDO A JESUS
“E
disse Jesus: “Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens. No
mesmo instante eles deixaram as suas redes e o seguiram.”
(Mateus 4.19,20).
Todas
as vezes que leio sobre o chamado de Jesus aos seus discípulos fico
me questionando: como eles foram capazes de largar tudo o que estavam
fazendo, profissão, posição social, laços afetivos, para seguir
alguém que nem sequer conheciam direito? Passamos a vida buscando
sentido e significado para a nossa existência. Era exatamente isso o
que Jesus estava oferecendo àqueles homens. Fazer algo além do que
simplesmente existir. Deixar um legado que ecoasse não apenas na
história, mas também na eternidade.
O
filme “Carruagens de fogo” conta a história do campeão olímpico
e posteriormente missionário Eric Liddell e, em uma cena final,
imortalizou a frase do corredor: “Deus me fez veloz com um
propósito e quando eu corro, Deus sorri”.
Pensando
que nossa vida se resume ao nosso trabalho, tanto que nos referimos
às pessoas pelo que elas fazem profissionalmente. Quem é fulano?
Ele é professor, ou ele é médico, ou ela é dentista ou ela é
advogada. Porém, nossa profissão é apenas um meio para cumprirmos
a nossa vocação e vocação tem a ver com aquilo que Deus está
fazendo em nós e com aquilo que Ele irá fazer através de nós.
Qual é a sua vocação? O que Deus tem chamado você para viver?
Faça isso com excelência e para a glória dele. Que cada uma das
suas ações mais corriqueiras possa fazer o Senhor sorrir.
Extraído
do livreto Cada Dia – 01/04/19
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