quarta-feira, 11 de março de 2020

O SOCORRO DE DEUS NA ANGÚSTIA


      “Na minha angústia, invoquei o Senhor… Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos” (Salmo 18.6)

A angústia é uma realidade incontornável na vida. Passamos por ela e ela nos atinge. Ninguém é poupado dela. Nem mesmo as fortalezas humanas mais bem guardadas conseguem mantê-la do lado de fora. Davi está angustiado. Circunstâncias amargas e sentimentos turbulentos agitam a sua alma. O que fazer? Capitular-se? Revoltar-se contra Deus? Não! Davi clamou ao Senhor e Deus ouviu a sua voz.
Deus não rejeita a vos do aflito. Ele escuta nossas orações quando somos assolados pela dor. Ele sai ao nosso socorro. Ele provê livramento para nós. Ele perdoa nossos pecados e sara nossas enfermidades. Ele tira os nossos pés do laço do passarinheiro e nos coloca sobre uma rocha firme. O nosso socorro não está no dinheiro nem na saúde. Não está no poder político nem sucesso profissional.
O nosso socorro não vem dos homens, mas do Senhor, que criou os céus e a terra. Do Seu santo templo ouve a nossa vos e estende sobre nós a Sua mão para nos arrancar das profundezas da angústia. Se você está angustiado, clame ao Senhor. Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre. O que Ele fez no passado, pode fazer no presente. Ele é poderoso para dar descanso à sua alma e enxugar as suas lágrimas. Volte-se para Ele, pois Ele é forte no dia da angústia!

Extraído do livreto Cada Dia – 11/03/20

TRANSFORMADOS À IMAGEM DE CRISTO


    E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem… E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou. (Gênesis 1.26-27).

De todas as criaturas sobre a terra, o ser humano é a única que é motivada, em seus pensamentos e ações, por princípios morais. Os animais seguem seus instintos. Se os versículos de hoje nos informam acerca da imagem de quem o homem foi criado, não devemos confundir isso com nossa aparência externa, e sim com nossa habilidade de tomar decisões sustentadas por um fundamento moral. O primeiro casal humano usou essa habilidade ao decidir desobedecer a Deus.
Por causa daquele ato, o plano de Deus para a humanidade foi por água abaixo? De modo nenhum! Deus enviou Seu Filho amado, Jesus Cristo, para a terra como um Homem. Durante toda Sua vida Ele obedeceu a Deus de modo perfeito. Ele provou Sua obediência até a morte, e até mesmo morte sobre a cruz.
Quando da criação Deus disse: “Haja luz”; agora, no entanto, Ele tem feito brilhar a luz no coração das pessoas de tal modo que elas podem obter o “conhecimento da glória de Deus, na face de cristo” (2 Coríntios 4.6), e permite que essa luz brilhe e ilumine o mundo escuro ao redor.
Todos os redimidos contemplam, constantemente, a face de Cristo, de tal forma que a natureza deles é transformada em Sua imagem (2 Coríntios 3.18). Esse processo acontece sobre a terra. Mas logo os crentes serão levados para a presença de Cristo na glória, e então, eles O verão como Ele é, e também serão como Ele (1 João 3.2). A natureza deles, então corresponderá à própria natureza de Cristo, em todas as coisas. Certamente isso faz, de um cristão, algo muito digno.

Extraído do livreto Boa Semente – 11/mar


terça-feira, 10 de março de 2020

MOTIVOS DE ALEGRIA (1)

Regozijai-vos sempre no Senhor. (Filipenses 4.4).

Um dos motivos que temos para nos alegrar é saber que nossos pecados são perdoados – para nunca mais serem lembrados. Acerca do futuro, nos alegramos porque estaremos para sempre com o Senhor (1 Tessalonicenses 4.17). Acerca do presente nos alegramos porque Ele disse: “Não te deixarei, nem te desampararei” (Hebreus 13.5). Esses são os motivos poderosos pelos quais devemos nos alegrar.
Primeiro, porque em Sua presença está a plenitude da alegria, e a Sua mão direita estão prazeres eternos. Observe a quantidade de alegria e prazer uma vez que os mesmos são citados juntos com a palavra plenitude. Note também a duração: são eternos. As alegrias e prazeres deste mundo são passageiros e sempre deixam um sentimento de vazio.
Segundo, Sua presença conosco nos dá paz e segurança. Ainda que nós possamos, por vezes, andar pelo vale da sombra da morte, cada um de nós põe dizer com verdadeira confiança o que Davi disse: “não temerei mal algum, porque tu estás comigo” (Salmo 23.4). Quando habitamos em Sua presença nós podemos reivindicar, com confiança, Suas muitas e maravilhosas promessas, como as que encontramos no Salmo 91. Que alegria poder experimentar, dia a dia, Sua promessa que está no Salmo 32.8: “Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos”. Que grande motivo de alegria temos por estar em Sua presença.
Terceiro, quanto mais tempo gestamos na presença do Senhor, mais aprendemos acerca de Sua vontade para nossas vidas. E mais nos conformaremos com Sua imagem. “Mas todos nós, com o tosto descoberto, refletindo como espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2 Coríntios 3.18). Sim, nós podemos sempre nos alegrar porque nossos pecados foram perdoados, porque o Senhor está sempre conosco e porque estaremos com Ele para sempre.

Extraído do livreto Boa Semente – 10/mar


PLENITUDE DE ALEGRIA


     “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delicias perpetuamente” (Salmo 16.11).

Onde está a verdadeira alegria? Onde mora a felicidade? Deus criou o homem para ser feliz. O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. O problema do ser humano não é a busca da felicidade, mas contentar-se com uma felicidade pequena demais, limitada demais, terrena demais. É certo que Deus tem para nós a maior de todas as felicidades, a felicidade de amá-Lo e frui-lo. No banquete de Deus a felicidade é uma iguaria que nunca falta. O salmista diz que é na presença de Deus que existe plenitude de alegria.
O mundo pode oferecer alegrias momentâneas. Bebidas, dinheiro, sexo e fama podem alegrar o coração do homem por um tempo, mas não trazem plenitude de alegria. Somente na presença de Deus é que existe essa felicidade plena. Só à destra de Deus podemos encontrar delicias perpetuamente. A felicidade não está nas dádivas de Deus, mas no próprio Deus das dádivas.
O Senhor é melhor do que seus presentes. Ele mesmo é a fonte da nossa maior e mais duradoura alegria. Quando estamos na presença dEle, desfrutamos de comunhão com Ele e fruindo a doçura de sua graça, é que bebemos dessa fonte inesgotável da felicidade. Você é uma pessoa feliz? Já desfruta da plenitude da alegria? Tome posse, agora mesmo, da alegria de Deus!

Extraído do livreto Cada Dia – 10/03/20

segunda-feira, 9 de março de 2020

CONFIANDO NA GRAÇA DE DEUS


    “No tocante a mim, confio na tua graça; regozije-se o meu coração na tua salvação” (Salmo 13.5).

A graça de Deus é o seu amor em movimento. É a sua bondade estendida a quem não merece mas precisa. A graça de Deus o leva a buscar quem virou as costas para Ele. A graça é Deus ser benevolente até para os ingratos e maus. É Deus cuidar daqueles que zombam do seu nome. É Deus amar aquele que lhe provocam à ira. É Deus entregar o seu Filho para morrer por aqueles que são fracos, ímpios, pecadores e inimigos.
A graça é a causa meritória da nossa salvação. Somos salvos pela graça e não mediante as nossas obras. Somos salvos por quem Deus é e não por quem nós somos. A causa do amor de Deus está nEle mesmo e não em nós. Isso é graça! Aqueles que compreendem a graça de Deus confiam nela. Aqueles que conhecem o Deus gracioso, regozijam-se em sua salvação. A salvação não nos foi dada como uma medalha de honra ao mérito, mas como uma oferta imerecida.
A salvação não é resultado daquilo que fazemos para Deus, mas do sacrifício que o Filho de Deus fez por nós na cruz. Deus não nos amou por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos. Ele nos salvou não porque éramos dignos, mas apesar de estarmos mortos em nossos delitos e pecados. Oh, sublime graça! Oh, graça infinita! Oh, graça digna de confiança! Você já confia na graça de Deus? Já se alegra em sua salvação?

Extraído do livreto Cada Dia – 09/03/20

MEDITAÇÃO SOBRE O LIVRO DOS SALMOS

Meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. (João 20.17).

Este Salmo constitui uma grande profecia sobre a morte, a ressurreição, a exaltação, a vitória final e o reinado do Messias. Os três primeiros versículos apresentam o tema que será desenvolvido depois, ou seja, a libertação do “servo do Senhor”.
O Senhor Jesus nos ensina, por experiência própria, o que Deus é para quem nEle deposita sua confiança. “A suprema grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos” foi demonstrada na ressurreição e ascensão de Cristo, assim como no lugar que lhe foi designado, acima de todos os Seus inimigos (Efésios 1.19-21). O que Deus foi para o Senhor Jesus na Sua aflição (v. 6) e de Sua calamidade (v. 18), Ele é também para nós; e as provações pelas quais passamos são oportunidades que nos levam a conhecê-Lo de novas maneiras.
Estou cansado, abatido? Ele é minha força. Minha fé está vacilante? Ele é minha Rocha. Há perigo à vista? Ele é meu refúgio e fortaleza, onde encontro abrigo seguro (9.9). Estou lutando contra o inimigo? Ele é meu escudo, que me protege dos ataques. Para o Senhor Jesus, tal livramento foi resultado de Sua justiça (vv. 19-24), a nós estendida por causa de nosso relacionamento com Ele.

Extraído do livreto Boa Semente – 09/mar

domingo, 8 de março de 2020

QUANDO DEUS NOS PROVA


        “O Senhor põe à prova ao justo e ao ímpio; mas, ao que ama a violência, a sua alma o abomina” (Salmo 11.5).

Prova é diferente de tentação. O diabo nos tenta para tirar o pior de nós; Deus nos prova para conceder o melhor a nós. A tentação do maligno visa nos reprovar; a provação divina visa nos aprovar. A tentação tem o objetivo de nos tirar de campo e nos envergonhar; a provação tem o propósito de tonificar as musculaturas da nossa alma e nos promover. O diabo tenta para derrubar as pessoas; Deus nos prova para nos erguer.
Deus prova ao justo e ao ímpio, mas a ninguém tenta. O justo, ao ser provado, volta-se quebrantado para Deus; o ímpio, ao ser provado, rebela-se contra Deus e passa a amar ainda mais a violência. O justo é como a cera, ao passar pelo fogo da prova, derrete-se; o ímpio é como o barro, que ao ser exposto ao fogo da prova, endurece-se ainda mais.
As provações divinas são compatíveis com a vida cristã. São variadas, passageiras e pedagógicas. Há provações leves e pesadas. As provações não duram para sempre. Têm prazo de validade. As provações nos equipam para viver e trabalhar. Visam o nosso bem. Esculpem em nós a beleza de Cristo, que aprendeu pelas coisas que sofreu. Deus não desperdiça sofrimento na vida de seus filhos. Se você está sendo provado, entenda que Deus está trabalhando em você e por você, promovendo o seu bem.

Extraído do livreto Cada Dia – 08/03/20