A
fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das
coisas que não se veem.
(Hebreus 11.1).
Um
jovem deu, certa vez, essa resposta: “Acreditar é considerar
que algo é verdadeiro, apesar de saber que não pode ser”. Mas
que definição irracional.
Outros
interpretam a fé como uma consideração de que algo é possível
ou provável. Agindo sobre esse tipo de “fé” equivale a dar
um salto em direção ao desconhecido. Com essas definições a
aplicação da palavra “crer” não está completa, em nenhuma
hipótese. Geralmente, nós usamos a expressão “crer” para
afirmar nossas suposições que algo é correto ou crível, e
também nossa dependência numa pessoa ou coisa.
A
Bíblia, constantemente, se refere à fé de modo insistente,
dizendo: “A mesma é equivalente a crer em Deus, Seu Filho,
Jesus Cristo e tudo que Ele colocou em Sua Palavra”. Assim, nós
podemos perguntar o que a Bíblia quer dizer quando usa a palavra
“fé”.
Vamos
ser claros acerca disto: Deus não espera que sejamos conduzidos
por nada que seja incerto e sem sentido. A fé, como a Bíblia
entende a mesma, é sempre algo caracterizado pela certeza e
convicção.
A
fé cristã em Deus e Sua Palavra está baseada em fatos tais
como, a vida, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, que
foram testemunhados de modo crível. Alguns fatos não podem ser
percebidos por nossos sentidos ou ultrapassam os limites do nosso
entendimento. Nós cremos em Deus e na Bíblia porque durante
nossa vida aprendemos que podemos confiar nEle e em Sua Palavra
completamente. Além disso, os aspectos invisíveis da fé cristã
se provam verdadeiros por meio de Seu poder e do efeito que têm
sobre a vida do crente.
Extraído
do livreto Boa Semente – 22/abr
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quarta-feira, 22 de abril de 2020
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE FÉ E ACREDITAR?
terça-feira, 21 de abril de 2020
A FALSA PIEDADE
- “Minhas palavras procedem de um coração íntegro; meus lábios falam com sinceridade o que eu sei.” (Jó 33.3).Depois de ser confrontado por seus amigos, Jó ainda ouve o sermão de um jovem chamado Eliú que estava por perto presenciando toda aquela situação e quer também apresentar sua própria perspectiva ao observar de perto o sofrimento de Jó e o detalhe dele com seus amigos na busca por uma explicação. O jovem, aparentemente piedoso, se vê como um religioso autêntico que faz as coisas certas e que fala com sinceridade aquilo que pensa.O grande problema é que, assim como os amigos de Jó, ele também tem uma perspectiva equivocada sobre o sofrimento, o colocando apenas como consequência de atos falhos ou pecados ocultos e, dessa maneira, se apressa a julgar o comportamento de Jó. Muitas vezes agimos da mesma maneira, nos revestimos de uma falsa piedade e sempre prontos a julgar pessoas ao nosso redor por algo que fizeram ou que estão vivendo, sem mesmo saber a verdadeira história por trás daquilo tudo.A verdadeira piedade vem de um coração quebrantado e contrito, que consegue enxergar suas próprias falhas e, dessa maneira, se compadecer de seu próximo. O erro do outro não deve ser motivo de repulsa ou acusação, mas deve se tornar motivo de intercessão e, compassivamente, devemos nos dispor a caminhar ao lado dos faltosos para que possam crescer em maturidade diante do Senhor.Extraído do livreto Cada Dia – 21/04/20
UM NOVO CÂNTICO
E
cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e
de abrir os seus selos; porque fostes morto, e com o teu sangue
nos compraste para Deus de toda a tribo, língua, e povo, e nação;
e para o nosso Deus nos fizestes Reis e sacerdotes; e reinaremos
sobre a terra. (Apocalipse
5.9-10).
Você
tem um lugar designado no coral celestial. Com alegria e
felicidade de coração você não apenas tocará sua harpa em
honra à grandeza e glória Do Cordeiro que foi morto, mas com
grande entusiasmo em sua canção de louvor, irá proclamar Sua
dignidade para ocupar o trono. E à medida que esse rico e eterno
romper de louvor e adoração ecoar através das cortes
celestiais, da maneira mais alegre em
uníssono com a multidão dos resgatados, você irá reconhecê-Lo
. O Pai tem procurado adoradores. “Mas a hora vem, e agora é,
em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em
verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem” (João
4.23).
Por
meio da graça maravilhosa você recebeu um lugar no grupo de
adoradores que envolvem o trono. “O Senhor teu Deus, o poderoso,
está no meio de ti, Ele salvará; Ele se deleitará em ti com
alegria; calar-se-á por seu amor, regozijar-se-á em ti com
jubilo” (Sofonias 3.17).
Desse
modo você estará eternamente associado com a glória para a qual
o Deus de toda a graça te chamou, um membro da companhia
celestial na qual Deus irá exibir, para um universo admirado, as
supremas riquezas de Sua maravilhosa graça em Sua bondade para
com você por meio de Cristo Jesus. Naquele tempo você terá
obtido e também exibirá a glória de nosso Senhor e Salvador, ao
qual seja o louvor eterno. A perspectiva diante de você é
maravilhosa, admirável e gloriosa, mas, ainda assim, nem a metade
de tudo o que foi contado.
Extraído
do livreto Boa Semente – 21/abr
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segunda-feira, 20 de abril de 2020
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DOS SALMOS
Porque
a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as
águas cobrem o mar. (Habacuque
2.14).
O
clamor alcança Aquele que ouve desde “as pontas dos bois
selvagens” (vv. 2,21). Isso é a ressurreição e ao mesmo tempo a
alegria da comunhão restaurada. Mas, em Seu amor, Cristo se apressa
em compartilhar Sua alegria. Porém, Seu primeiro pensamento é
tornar conhecido aos “Seus irmãos” o novo relacionamento no qual
a obra de Sua alma os posicionou, e dizer-lhes que Seu Pai tornou o
Pai deles, que Seu Deus Se tornou Deus deles (v. 22; João 20.17).
Diferentemente dos outros Salmos que falam sobre o sofrimento de
Cristo, neste não há nenhuma pergunta de recriminação. Aqui o
Senhor Jesus é Aquele que carrega os pecados e, portanto, tudo é
pura graça e bênção. Bênção para a congregação (composta no
início apenas dos discípulos judeus: v. 22 citado em Hebreus 2.12);
para o Israel restaurado, chamado no versículo 25 de a “grande
congregação”; para “todos os limites da terra” e “todas as
famílias das nações” durante o reinado milenar (vv. 27-28); e
também para todos os que nascerem ao longo do glorioso reinado de
Cristo na terra (v. 31). Como ondas que se espalham a partir do
centro foram produzidas, as maravilhosas e multifacetadas
consequências da obra da cruz atingirão a criação inteira!
Extraído
do livreto Boa Semente – 20/abr
LUTANDO CONTRA DEUS
- “Ah, se alguém me ouvisse… Que o Todo-Poderoso me responda; que o meu acusador faça a denúncia por escrito.” (Jó 31.35).Quando nos sentimos fora do controle de nossa vida intentamos lutar contra Deus para, de alguma maneira, se não pudermos vencê-Lo, que ao menos possamos convencê-Lo a fazer as coisas à nossa maneira do jeito que atende os desejos e anseios do nosso próprio coração. Afinal de contas, temos sempre a falsa ilusão de que sabemos aquilo que é melhor para nós e qual o melhor desfecho para cada momento de nossa história.Jó, em meio à sua angústia, também trava essa batalha. Ele questiona a Deus os seus desígnios, pois como ser humano racional, quer ter uma compreensão lógica a respeito de suas desventuras, quer saber o motivo que o levou a experimentar tempos de tamanha adversidade e angústia. Todavia, essa é uma luta que nunca venceremos, uma vez que os pensamentos e o mover transcendente a nossa capacidade de compreender.Pode ser que você esteja travando uma batalha contra Deus por não conseguir compreender o seu momento de vida e as adversidades se acumulam em seu caminho. Lembre-se que a paz de Deus excede o entendimento e a razão e pode ser experimentada independentemente das circunstâncias, por isso, em vez de levantar-se contra Ele, renda-se a Ele e experimente do Seu sublime amor.Extraído do livreto Cada Dia – 20/04/20
JESUS CARREGOU NOSSA MALDIÇÃO
E
vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha
puseram na cabeça. (Marcos
15.17).
O
Senhor Jesus tinha lembranças amargas da noite anterior. Um se
Seus discípulos O tinha traído; outro o tinha negado, os
maiorais dos sacerdotes O tinham interrogado diante do conselho
dos judeus e, finalmente, pronunciado a sentença de morte.
Enquanto isso o dia amanheceu.
Com
o objetivo de cumprir o seu plano, eles O conduziram para a
presença de Pilatos. A sentença não poderia ser executada sem a
concordância do governador romano. Desse modo, Pilatos tinha que
julgar o caso e, apesar de estar convencido da inocência do
acusado, ele cedeu às exigências e decidiu que Jesus Cristo
deveria ser crucificado.
A
rejeição do verdadeiro rei dos judeus estava selada. Ele era o
Messias do povo, Aquele enviado por Deus, o qual confirmou Sua
origem divina diante dos homens por meio de muitos sinais e
maravilhas. Mas em vez de uma coroa real Ele recebeu uma de
espinhos, pressionada sobre Sua cabeça pelos soldados romanos, em
meio ao mais adjeto abuso e desprezo.
Depois
da queda no pecado Deus amaldiçoou a terra com essas palavras:
“Espinhos, e cardos também, te produzirá” (Gênesis 3.18). A
coroa de espinhos era então, um sinal da maldição por meio da
qual eles desonram o Santo. Note como o lamento profético do
salmista, a respeito do Senhor, é comovente: “Bem tens
conhecido a minha afronta, e a minha vergonha, e a minha confusão;
diante de ti estão todos os meus adversários” (Salmo 69.19).
De
acordo com o conselho de Deus, Cristo Jesus deveria levar a
maldição sobre a cruz a favor de todos que seriam libertados da
maldição do pecado. Louvado seja Seu nome!
Extraído
do livreto Boa Semente – 19/abr
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domingo, 19 de abril de 2020
O DESTINO FINAL
- “Sei que me faras descer até a morte, ao lugar destinado a todos os viventes.” (Jó 30.23).Jó, apresentando perante Deus sua angústia e até mesmo o seu desespero diante da incompreensão das mazelas que enfrentava, faz uma constatação que é uma realidade e certeza para todo e qualquer ser humano. Independentemente do sucesso financeiro ou profissional, o destino final de todos é o mesmo, um dia nossos olhos es fecharão para a história e enfrentaremos o nosso fim.A convicção da morte traz desespero para muitos, pois é uma realidade que não podemos evitar, independentemente de nossos recursos financeiro ou de nossa capacidade intelectual. Todavia, a sabedoria bíblica nos ensina que somos seres eternos, não fomos criados para a morte, que só faz parte do nosso caminho por conta da rebeldia do ser humano contra Deus. Ao optar pela autonomia, se entregando ao pecado, a humanidade também experimentou a morte, que seria o ato derradeiro em nossa separação do Criador.Mas Deus estabeleceu um plano sublime para nos trazer de volta a uma vida plena. A morte e a ressurreição de Jesus nos provam que podemos ter esperança, pois, como seres eternos, temos agora a possibilidade de viver a eternidade ao lado do nosso Redentor. Não será o fim quando nossos olhos se fecharem para a história. Aí, eles se abrirão para a eternidade e Jesus Cristo enxugará deles toda a lágrima derramada.Extraído do livreto Cada Dia – 19/04/20
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