Bendito
o homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor.
Porque será como a árvore plantada junto as águas, que estende
as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor,
mas a sua folha fica verde; e no ano da sequidão não se
preocupa, nem deixa de dar fruto.
(Jeremias 17.7-8).
Após
um longo período de seca, umas poucas árvores no jardim formavam
uma imagem patética. Entretanto, alguns metros adiante, num
terreno um pouco mais baixo, aparecia um firme salgueiro verde, o
qual, obviamente, não tinha sofrido com a seca. Qual era seu
segredo? A árvore tinha crescido próxima de um veio subterrâneo
de água, no qual suas raízes haviam bebido abundantemente. Desse
modo a árvore preservava sua vida.
Para
todos aqueles que constantemente sentem esse desejo, que nada
sobre a terra pode saciar, Jesus Cristo apresenta um amigável
convite: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba” (João
7.37).
A
Bíblia nos mostra a forma correta de obter essa 'ÁGUA”, que é
essencial para a alegria verdadeira. Cristo
sacrificou sua vida na cruz do Calvário, de
modo que nós podemos receber dEle essa água da vida eterna.
“Aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede”
(João 4.14).
Todos
estão convidados a saciarem a sede nesse manancial espiritual. O
mesmo está próximo de cada um de nós, é gratuito e
inesgotável.
Extraído
do livreto Boa Semente – 04/jul
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sábado, 4 de julho de 2020
A FONTE DA VIDA
sexta-feira, 3 de julho de 2020
UMA CRUELDADE DOLOROSA
“...
quando servirdes de parteiras às hebreias, examinai: se for
filho, matai-o...” Êxodo
1.16.
Os
egípcios usaram quatro expedientes para amargar a vida dos
israelitas: trataram a eles com astúcia (Ex 1.10); trataram a
eles com tirania (Ex 1.11); ordenaram às parteiras hebreias a
matar os recém-nascidos (Ex 1.16); Faraó mandou o seu povo
lançar os hebreus recém-nascidos no rio Nilo (Ex 1.22). O povo
sofreu com trabalhos forçados e açoites. Também chorou a morte
de seus recém-nascidos. Quis a providência divina que as
parteiras hebreias não obedecessem à ordem cruel de Faraó.
Ainda
aprouve a Deus usar o Nilo não como sepultura dos bebês
israelitas, mas como berço para o livramento do libertador de
Israel. Os homens não podem frustrar os planos de Deus. Ainda que
os maus intentem contra o seu povo para destruí-lo, só podem
contribuir para o seu crescimento. O povo de Deus é
indestrutível. As portas do inferno não podem prevalecer contra
a igreja de Cristo. Ele mesmo é o seu dono e protetor.
Todos
os expedientes truculentos usados por Faraó para oprimir os
israelitas não conseguiram abafar o clamor desse povo ao seu Deus
nem impedir que o braço de Deus o livrasse de suas garras
prepotentes. Deus continua transformando o mal em bem em nossa
vida. Podemos dizer: “Sabemos que todas as coisas cooperam para
o bem daqueles
que amam a Deus” (Rm 8.28).
Extraído
do livreto Cada Dia – 03/07/20
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A IDENTIFICAÇÃO DO GENE “MATUSALÉM”
Porque
o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a
vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.
(Romanos 6.23).
Um
estudo de um gene específico, parte do nosso genoma, foi
publicado por um cientista pesquisador de Hiel, na Alemanha, em
2009. Ele confirmou uma longa suspeita: uma variação do gene
FOXO3A exerce uma influência positiva em nossa expectativa de
vida. Ao adquirir tal conhecimento, a ciência médica poderá ser
capaz de aumentar a média da expectativa de vida ainda mais, no
futuro. Entretanto, devido à transitoriedade humana, a vida sem
fim sobre a terra permanecerá um sonho.
Aqui
está a razão: quando Deus criou o ser humano, Ele lhe ofereceu
as circunstâncias mais favoráveis para uma vida feliz sobre a
terra. Mas o homem transgrediu o único mandamento que recebeu –
Adão e Eva comeram do fruto proibido e assim, fracassaram no
teste da obediência. Deus os havia advertido e a morte entrou
como o elemento terminal da vida. Desde então, a morte tem sido
inimiga do homem. O apóstolo Paulo escreveu: “Portanto, como
por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte,
assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos
pecaram” (Romanos 5.12).
Sim,
a vida eterna existe! Deus supriu um caminho de saída dessa
situaçãoo desesperadora. A Bíblia testifica que, por meio da fé
em Cristo, o Filho de Deus, todos podem obter uma vida nova, que é
eterna. Mas, temos que admitir que somos pecadores e confessar
nossa culpa diante de Deus. Então Ele irá nos garantir, que
começa nesse mundo e continua além do túmulo, muito tempo
depois de termos partido dessa terra.
Extraído
do livreto Boa Semente – 03/jul
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quinta-feira, 2 de julho de 2020
UMA OPRESSÃO AMARGA
“...
os egípcios, com tirania, faziam servir os filhos de
Israel e
lhes fizeram amargar a vida com dura servidão...” Êxodo
1.13,14.
Levantou-se
um novo rei que não conhecia José e, ao ver o crescimento dos
israelitas, resolveu oprimi-los. O medo fez esse rei fazer uma
leitura errada da realidade. Chegou a pensar que o povo de Israel
era mais numeroso e mais forte do que os egípcios (Ex 1.9). Faraó
oprimiu o povo, lançando mão de astúcia (Ex 1.10). O povo de
Israel precisou construir cidades, debaixo de açoites e feitores
carrascos (Ex 1.11).
Mesmo
sob opressão, o povo israelita se multiplicava e se espalhava
sobremaneira, causando mais pânico ao já assustado Faraó (Ex
1.12). O resultado disso é que os hebreus sofreram mais tirania.
Agora tinham de trabalhar sob opressão ainda maior, a ponto de o
povo sentir amargura de viver (Ex 1.13,14).Deus permitiu ao seu
povo sofrer em terra estrangeira, pois havia dito isso a Abraão:
“...sabe com certeza, que a tua posteridade será peregrina em
terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida
por quatrocentos anos” (Gn 15.13).
Mas,
Deus disse também a Abraão: “Mas também julgarei a gente a
que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas”
(Gn 15.14). Isso prova que a história não está à deriva. Mesmo
nos dias mais amargos, Deus continua no trono, com as rédeas em
suas mãos. Não precisamos temer. Podemos confiar
Extraído
do livreto Cada Dia – 02/07/20
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CAINDO NAS MÃOS DOS SALTEADORES
Jesus,
disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos
de salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se
retiraram deixando-o meio morto.
(Lucas 10.30).
O
mundo é criação de Deus. Entretanto, como a maioria das pessoas
não desejam servir a Deus, acabam sendo escravizadas cada vez
mais por Satanás. Jesus Cristo chamou ess3e grande adversário
de: “o príncipe desse mundo” (João 12.31). Então, não
devemos nos surpreender se nós também cairmos “entre
salteadores” e formos feridos enquanto vivemos nesse mundo.
A
ideia principal aqui trata de feridas espirituais. Elas podem ser
algo mau que não foi produzido por nós mesmos. Relações
rompidas, falta de cuidados na infância, desprezo, violência e
abusos podem causar grandes
danos dos quais não podemos nos libertar e levam muito tempo para
serem curados.
O
versículo bíblico de hoje vem da parábola acerca do “bom
samaritano”, o qual segundo a história, “aproximando-se,
atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e pondo-o sobre
o seu animal, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele” (v.
34).
Aplicando
isso para a realidade de nossa própria vida, nós podemos
reconhecer a promessa do Filho de Deus de cuidar de nós e de
nossas perturbações e necessidades.
Isso
nos dá coragem para nos aproximar dEle com “nossas feridas”,
as quais nos foram feitas por outras pessoas, e também
aqueles que existem por nossa própria culpa. O Senhor Jesus está
pronto e deseja perdoar e curar.
Extraído
do livreto Boa Semente – 02/jul
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quarta-feira, 1 de julho de 2020
UM CRESCIMENTO EXPONENCIAL
“Mas
os filhos de Israel foram fecundos, e aumentaram muito, e se
multiplicaram... e a terra se encheu deles” Êxodo 1.7.
Nos
dias de José, governador do Egito, setenta pessoas desceram com
seu pai Jacó, para o Egito, a terra das pirâmides milenares
banhada pelo rio Nilo (Ex 1.5). Essas setenta pessoas se
multiplicaram na terra do Egito. Deus fê-los fecundos.
Multiplicaram-se e se fortaleceram a ponto de toda a terra estar
cheia deles. Cerca de quatro séculos se passaram e, quando saíram
do Egito, já eram seiscentos mil homens, exceto mulheres e
crianças. Calcula-se que cerca de dois milhões de israelitas
tenham saído do Egito por ocasião do êxodo.
Verdadeiramente
os israelitas viram seu povo florescer naquele que era o maior e
mais poderoso império do mundo. Esse fato extraordinário não
aconteceu casualmente. Foi uma promessa de Deus e o cumprimento do
seu propósito soberano (Gn 15.12-16).Deus nunca é pego de
surpresa e nada escapa ao seu controle. A vida do seu povo é
governada pelo trono do céu e não pelos poderosos deste mundo.
É
a mão invisível da providência divina que dirige e governa a
nossa vida. O crescimento do povo israelita, bem como o seu amargo
aperto na escravidão, estavam dentro da agenda de Deus, para o
cumprimento de seus eternos e soberanos propósitos. Assim,
também, é em nossa vida ainda hoje. Deus é quem dirige o nosso
destino. Descansemos nele!
Extraído
do livreto Cada Dia – 01/07/20
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RECEBENDO O SALVADOR
E,
(Jesus) entrando logo no barco, com Seus discípulos, foi para as
partes de Dalmanuta. E saíram os fariseus, e começaram a
disputar com ele, pedindo-lhe, para o tentarem, um sinal do céu.
(Marcos 8.10-11).
Alguma
vez você já passou por esta experiência? Você gostaria de
ajudar alguém, mas foi dispensado de modo vergonhoso. Quando o
Senhor Jesus visitou as cidades às margens do lago de Genesaré,
Ele curou muitos que estavam enfermos e sofrendo. Ao mesmo tempo,
Ele deu para Seus ouvintes instruções práticas para suas vidas
por meio de Suas palavras e pregações. Acima de tudo, o Senhor
Jesus forneceu luz espiritual para aqueles que procuravam por ela.
Tal tipo de visitante deveria ser bem-vindo.
Os
habitantes religiosos da Dalmanuta, entretanto, que desejavam
mostrar sua “piedade” foram pouco receptivos com o Senhor. Em
vez de uma saudação amistosa, Ele se viu diante de uma
resistência firme. Quanta ofensa! Se esse Jesus lhes desse um
sinal do céu, eles até poderiam reconhecê-Lo como seu Messias.
Isso como se Ele já não tivesse provado Sua identidade de modo
suficiente, por meio de muitos milagres e sinais. O problema não
se encontrava no Senhor Jesus mas com os fariseus, que há muito
tempo já haviam decidido demonstrar sua incredulidade. Por esta
razão, o Senhor Jesus não pode realizar muitos milagres ali; Ele
calmamente entrou no barco deixando Seus oponentes na margem do
lago.
Algum
tempo depois o Filho de Deus entrou em Jerusalém montado num
jumento, enquanto era aclamado pela multidão. Seria essa uma
recepção adequada ao final? Como as pessoas são mutáveis!
Poucos dias depois, influenciados por falsas ações da parte dos
líderes religiosos, elas estavam gritando “crucifica-O”!
Que
tipo de eco o Salvador do mundo irá encontrar em nossa terra
hoje? Ele será bem-vindo?
Extraído
do livreto Boa Semente – 01/jul
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