sábado, 4 de julho de 2020

A FONTE DA VIDA

         Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor. Porque será como a árvore plantada junto as águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano da sequidão não se preocupa, nem deixa de dar fruto. (Jeremias 17.7-8).

Após um longo período de seca, umas poucas árvores no jardim formavam uma imagem patética. Entretanto, alguns metros adiante, num terreno um pouco mais baixo, aparecia um firme salgueiro verde, o qual, obviamente, não tinha sofrido com a seca. Qual era seu segredo? A árvore tinha crescido próxima de um veio subterrâneo de água, no qual suas raízes haviam bebido abundantemente. Desse modo a árvore preservava sua vida.
Para todos aqueles que constantemente sentem esse desejo, que nada sobre a terra pode saciar, Jesus Cristo apresenta um amigável convite: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba” (João 7.37).
A Bíblia nos mostra a forma correta de obter essa 'ÁGUA”, que é essencial para a alegria verdadeira. Cristo sacrificou sua vida na cruz do Calvário, de modo que nós podemos receber dEle essa água da vida eterna. “Aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede” (João 4.14).
Todos estão convidados a saciarem a sede nesse manancial espiritual. O mesmo está próximo de cada um de nós, é gratuito e inesgotável.

Extraído do livreto Boa Semente – 04/jul

sexta-feira, 3 de julho de 2020

UMA CRUELDADE DOLOROSA

        “... quando servirdes de parteiras às hebreias, examinai: se for filho, matai-o...” Êxodo 1.16.

Os egípcios usaram quatro expedientes para amargar a vida dos israelitas: trataram a eles com astúcia (Ex 1.10); trataram a eles com tirania (Ex 1.11); ordenaram às parteiras hebreias a matar os recém-nascidos (Ex 1.16); Faraó mandou o seu povo lançar os hebreus recém-nascidos no rio Nilo (Ex 1.22). O povo sofreu com trabalhos forçados e açoites. Também chorou a morte de seus recém-nascidos. Quis a providência divina que as parteiras hebreias não obedecessem à ordem cruel de Faraó.
Ainda aprouve a Deus usar o Nilo não como sepultura dos bebês israelitas, mas como berço para o livramento do libertador de Israel. Os homens não podem frustrar os planos de Deus. Ainda que os maus intentem contra o seu povo para destruí-lo, só podem contribuir para o seu crescimento. O povo de Deus é indestrutível. As portas do inferno não podem prevalecer contra a igreja de Cristo. Ele mesmo é o seu dono e protetor.
Todos os expedientes truculentos usados por Faraó para oprimir os israelitas não conseguiram abafar o clamor desse povo ao seu Deus nem impedir que o braço de Deus o livrasse de suas garras prepotentes. Deus continua transformando o mal em bem em nossa vida. Podemos dizer: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8.28).
Extraído do livreto Cada Dia – 03/07/20

A IDENTIFICAÇÃO DO GENE “MATUSALÉM”

         Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. (Romanos 6.23).

Um estudo de um gene específico, parte do nosso genoma, foi publicado por um cientista pesquisador de Hiel, na Alemanha, em 2009. Ele confirmou uma longa suspeita: uma variação do gene FOXO3A exerce uma influência positiva em nossa expectativa de vida. Ao adquirir tal conhecimento, a ciência médica poderá ser capaz de aumentar a média da expectativa de vida ainda mais, no futuro. Entretanto, devido à transitoriedade humana, a vida sem fim sobre a terra permanecerá um sonho.
Aqui está a razão: quando Deus criou o ser humano, Ele lhe ofereceu as circunstâncias mais favoráveis para uma vida feliz sobre a terra. Mas o homem transgrediu o único mandamento que recebeu – Adão e Eva comeram do fruto proibido e assim, fracassaram no teste da obediência. Deus os havia advertido e a morte entrou como o elemento terminal da vida. Desde então, a morte tem sido inimiga do homem. O apóstolo Paulo escreveu: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (Romanos 5.12).
Sim, a vida eterna existe! Deus supriu um caminho de saída dessa situaçãoo desesperadora. A Bíblia testifica que, por meio da fé em Cristo, o Filho de Deus, todos podem obter uma vida nova, que é eterna. Mas, temos que admitir que somos pecadores e confessar nossa culpa diante de Deus. Então Ele irá nos garantir, que começa nesse mundo e continua além do túmulo, muito tempo depois de termos partido dessa terra.

Extraído do livreto Boa Semente – 03/jul

quinta-feira, 2 de julho de 2020

UMA OPRESSÃO AMARGA


          “... os egípcios, com tirania, faziam servir os filhos de
 Israel e lhes fizeram amargar a vida com dura servidão...” Êxodo 1.13,14.

Levantou-se um novo rei que não conhecia José e, ao ver o crescimento dos israelitas, resolveu oprimi-los. O medo fez esse rei fazer uma leitura errada da realidade. Chegou a pensar que o povo de Israel era mais numeroso e mais forte do que os egípcios (Ex 1.9). Faraó oprimiu o povo, lançando mão de astúcia (Ex 1.10). O povo de Israel precisou construir cidades, debaixo de açoites e feitores carrascos (Ex 1.11).
Mesmo sob opressão, o povo israelita se multiplicava e se espalhava sobremaneira, causando mais pânico ao já assustado Faraó (Ex 1.12). O resultado disso é que os hebreus sofreram mais tirania. Agora tinham de trabalhar sob opressão ainda maior, a ponto de o povo sentir amargura de viver (Ex 1.13,14).Deus permitiu ao seu povo sofrer em terra estrangeira, pois havia dito isso a Abraão: “...sabe com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos” (Gn 15.13).
Mas, Deus disse também a Abraão: “Mas também julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas” (Gn 15.14). Isso prova que a história não está à deriva. Mesmo nos dias mais amargos, Deus continua no trono, com as rédeas em suas mãos. Não precisamos temer. Podemos confiar

Extraído do livreto Cada Dia – 02/07/20

CAINDO NAS MÃOS DOS SALTEADORES

       Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram deixando-o meio morto. (Lucas 10.30).

O mundo é criação de Deus. Entretanto, como a maioria das pessoas não desejam servir a Deus, acabam sendo escravizadas cada vez mais por Satanás. Jesus Cristo chamou ess3e grande adversário de: “o príncipe desse mundo” (João 12.31). Então, não devemos nos surpreender se nós também cairmos “entre salteadores” e formos feridos enquanto vivemos nesse mundo.
A ideia principal aqui trata de feridas espirituais. Elas podem ser algo mau que não foi produzido por nós mesmos. Relações rompidas, falta de cuidados na infância, desprezo, violência e abusos podem causar grandes danos dos quais não podemos nos libertar e levam muito tempo para serem curados.
O versículo bíblico de hoje vem da parábola acerca do “bom samaritano”, o qual segundo a história, “aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele” (v. 34).
Aplicando isso para a realidade de nossa própria vida, nós podemos reconhecer a promessa do Filho de Deus de cuidar de nós e de nossas perturbações e necessidades.
Isso nos dá coragem para nos aproximar dEle com “nossas feridas”, as quais nos foram feitas por outras pessoas, e também aqueles que existem por nossa própria culpa. O Senhor Jesus está pronto e deseja perdoar e curar.

Extraído do livreto Boa Semente – 02/jul

quarta-feira, 1 de julho de 2020

UM CRESCIMENTO EXPONENCIAL

          “Mas os filhos de Israel foram fecundos, e aumentaram muito, e se multiplicaram... e a terra se encheu deles” Êxodo 1.7.

Nos dias de José, governador do Egito, setenta pessoas desceram com seu pai Jacó, para o Egito, a terra das pirâmides milenares banhada pelo rio Nilo (Ex 1.5). Essas setenta pessoas se multiplicaram na terra do Egito. Deus fê-los fecundos. Multiplicaram-se e se fortaleceram a ponto de toda a terra estar cheia deles. Cerca de quatro séculos se passaram e, quando saíram do Egito, já eram seiscentos mil homens, exceto mulheres e crianças. Calcula-se que cerca de dois milhões de israelitas tenham saído do Egito por ocasião do êxodo.
Verdadeiramente os israelitas viram seu povo florescer naquele que era o maior e mais poderoso império do mundo. Esse fato extraordinário não aconteceu casualmente. Foi uma promessa de Deus e o cumprimento do seu propósito soberano (Gn 15.12-16).Deus nunca é pego de surpresa e nada escapa ao seu controle. A vida do seu povo é governada pelo trono do céu e não pelos poderosos deste mundo.
É a mão invisível da providência divina que dirige e governa a nossa vida. O crescimento do povo israelita, bem como o seu amargo aperto na escravidão, estavam dentro da agenda de Deus, para o cumprimento de seus eternos e soberanos propósitos. Assim, também, é em nossa vida ainda hoje. Deus é quem dirige o nosso destino. Descansemos nele!

Extraído do livreto Cada Dia – 01/07/20

RECEBENDO O SALVADOR

      E, (Jesus) entrando logo no barco, com Seus discípulos, foi para as partes de Dalmanuta. E saíram os fariseus, e começaram a disputar com ele, pedindo-lhe, para o tentarem, um sinal do céu. (Marcos 8.10-11).

Alguma vez você já passou por esta experiência? Você gostaria de ajudar alguém, mas foi dispensado de modo vergonhoso. Quando o Senhor Jesus visitou as cidades às margens do lago de Genesaré, Ele curou muitos que estavam enfermos e sofrendo. Ao mesmo tempo, Ele deu para Seus ouvintes instruções práticas para suas vidas por meio de Suas palavras e pregações. Acima de tudo, o Senhor Jesus forneceu luz espiritual para aqueles que procuravam por ela. Tal tipo de visitante deveria ser bem-vindo.
Os habitantes religiosos da Dalmanuta, entretanto, que desejavam mostrar sua “piedade” foram pouco receptivos com o Senhor. Em vez de uma saudação amistosa, Ele se viu diante de uma resistência firme. Quanta ofensa! Se esse Jesus lhes desse um sinal do céu, eles até poderiam reconhecê-Lo como seu Messias. Isso como se Ele já não tivesse provado Sua identidade de modo suficiente, por meio de muitos milagres e sinais. O problema não se encontrava no Senhor Jesus mas com os fariseus, que há muito tempo já haviam decidido demonstrar sua incredulidade. Por esta razão, o Senhor Jesus não pode realizar muitos milagres ali; Ele calmamente entrou no barco deixando Seus oponentes na margem do lago.
Algum tempo depois o Filho de Deus entrou em Jerusalém montado num jumento, enquanto era aclamado pela multidão. Seria essa uma recepção adequada ao final? Como as pessoas são mutáveis! Poucos dias depois, influenciados por falsas ações da parte dos líderes religiosos, elas estavam gritando “crucifica-O”!
Que tipo de eco o Salvador do mundo irá encontrar em nossa terra hoje? Ele será bem-vindo?

Extraído do livreto Boa Semente – 01/jul