Sedes
agradecidos. (Colossenses
3.15).
Ingratidão
dirigida a Deus é atribuída a incrédulos na Epístola aos
Romanos 1.21. Entretanto, o mandamento do apóstolo Paulo para os
crentes em Colossos é eminentemente importante para nós hoje.
Por que?
O
modo como as pessoas estão pensando, está geralmente marcado por
uma crescente atitude exigente: “eu que isso ou aquilo, e tenho
todo o direito ao que desejo”. Se eles então conseguem o que
desejam, consideram isto como algo obvio. Eles até podem dizer
“muito obrigado”, de modo educado. Mas a gratidão genuína,
vinda do coração, é algo raro.
Os
crentes não devem se deixar influenciar, de nenhuma maneira, por
tal atitude. Gratidão sincera deve caracterizá-los. Tudo o que
temos e somos é dom da graça de Deus. Não merecemos nada, mas
recebemos todas as coisas por meio de Sua graça.
Com
o que poderíamos contribuir para obter nossa grande salvação? E
por que continuamos no caminho da fé? Por décadas temos
desfrutado de paz, podendo praticar nossa fé com toda liberdade.
Isso parece algo obvio diante de um mundo em convulsão? “Sede
agradecidos”! Quando foi a última vez que agradecemos a Deus
por esses dons?
Será
que merecemos nosso alimento diário? A maioria de nós vive em
casas aquecidas e tem roupas suficientes. E nossas torneiras
suprem água, e os interruptores luz. Essas coisas não são
obvias ara muitos sobre a terra. “Sede agradecidos”!
A
verdadeira gratidão deve se manifestar em nosso contato com
outros. Isso não nos custa nada e pode aquecer muitos corações
nesse mundo frio. Pode até servir como um indicador para o
Salvador Jesus Cristo.
Extraído
do livreto Boa Semente – 11/jul
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sábado, 11 de julho de 2020
VERDADEIRA GRATIDÃO
sexta-feira, 10 de julho de 2020
O DEUS DA ALIANÇA
“Assim
dirás aos filhos de Israel: O Senhor....o Deus de Abraão, o Deus
de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou...” Êxodo 3.15.
Moisés
tinha a missão de convencer a Faraó, e também o povo de Israel,
de que sua missão era verdadeira. Naquele tempo Faraó era o
homem mais influente da terra e o Egito era o império mais
poderoso do mundo. Mas, o argumento decisivo que Moisés deveria
usar para falar ao povo, era dizer que o Deus da aliança
aparecera para ele e o comissionara para libertar os cativos.
Moisés deveria deixar claro para o povo que Deus ouvira suas
orações (Ex 3.7) e vira sua aflição (Ex 3.16).
Deus
promete libertar seu povo e ainda promete lhe dar uma terra que
mana leite e mel (Ex 3.17). Moisés e os anciãos deveriam ir a
Faraó para dizer-lhe: “O Senhor, o Deus dos hebreus, nos
encontrou. Agora, pois, deixa-nos ir...” (Ex 3.18) Deus, porém,
alerta a Moisés que Faraó não deixará o povo sair a não ser
que seja obrigado por mão forte (Ex 3.19). Mas quem pode resistir
ao Deus Todo-poderoso?
O
Senhor prometeu: “... estenderei a mão e ferirei o Egito com
todos os meus prodígios que farei no meio dele; depois, vos
deixará ir”. (Ex 3.20) O povo de Israel seria liberto, mas não
de mãos vazias. Os egípcios seriam despojados (Ex 3.21,22). O
panteão de deuses do Egito seria desbancado para que toda a terra
soubesse que só há um Deus vivo e verdadeiro, o grande EU SOU.
Extraído
do livreto Cada Dia – 10/07/20
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MORRENDO EM PAZ
E,
como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois
disso o juízo. (Hebreus
9.27).
Pouco
antes de sua morte em 2007, um escritor estadunidense
disse em uma de suas últimas entrevistas; “Em minha vida eu fui
uma mistura decente de bem e mal. Se eu for para o inferno, então
eu não consigo imaginar o que acontecerá para a pior metade da
raça humana”.
Esse
homem, de alguma maneira acreditava na existência de Deus e de
Seu adversário. Mas ele tinha formado seus próprios conceitos
acerca disso e desenvolvido suas próprias ideias de céu e
inferna. Mas, pior ainda, para ele Jesus Cristo também era
“mistura de bem e mal”. Se isso é verdade, o próprio Cristo
necessitaria de redenção e não poderia ser nosso Salvador.
O
autor encarou a morte e a vida no além sem a certeza que seus
pecados foram perdoados. Foi essa a razão por suas afirmações
ridículas.
De
fato, existem pessoas que creem que a raça humana está dividida
em dois grupos: num deles predomina o bem e no outro o mal. É
claro que imaginam que eles pertencem ao primeiro grupo.
Se
nós vamos para o céu ou para o inferno não é decidido pelo
número de nossos atos bons ou maus. A questão é: se naquela
hora decisiva existe qualquer mal em nossas
vidas. Se sim, o mesmo não poderá ser desfeito. Não podemos
permanecer diante do Santo
Deus nesse estado.
Esse
é o motivo porque todos necessitam do Filho de Deus como
Redentor. Sendo Santo, puro e sem pecado Jesus Cristo tornou-Se o
substituto para os culpados e recebeu o castigo que mereciam sobre
a cruz. Precisamos dEle como nosso Salvador se queremos morrer em
paz.
Extraído
do livreto Boa Semente – 10/jul
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quinta-feira, 9 de julho de 2020
O GRANDE EU SOU
“Disse
Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos
filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros” Êxodo 3.14.
Ao
receber o chamado para ser o libertador de Israel, Moisés
destacou sua fragilidade para o exercício de tão grande missão
(Ex 3.11). Já fracassara há quarenta anos. Que fatores novos
teria agora para não fracassar novamente? Deus respondeu a ele:
“Eu serei contigo” (Ex 3.12). Por saber que o Egito era terra
de muitos deuses, pergunta: “... quando eu vier aos filhos de
Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós
outros; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes
direi?” (Ex 3.13). Então, Deus disse a Moisés: “EU SOU O QUE
SOU” (Ex 3.14).
Aqui
Deus se revela, pela primeira vez, como o Deus que era, que é e
que há de vir. Este é o Deus Javé, o Deus da aliança. Ele é
autoexistente, imenso, infinito, eterno, imutável, onisciente,
onipresente, onipotente, transcendente, soberano. Os deuses dos
povos foram forjados pela imaginação humana, mas Javé é o Deus
único e verdadeiro.
Os
deuses dos povos não passam de ídolos, mas o Senhor é o grande
EU SOU. No evangelho de João, Jesus se apresenta como o grande EU
SOU (Jo 8.58). Jesus é o pão da vida, a luz do mundo, a porta, o
bom pastor, a ressurreição e a vida, o caminho, e a verdade, e a
vida. Ele é a videira verdadeira, o grande EU SOU. Ele é o nosso
libertador, redentor e Senhor.
Extraído
do livreto Cada Dia – 09/07/20
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PRECIOSIDADES!
Eis
que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e
preciosa; e quem nela crer não será confundido… Para vós, os
que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes… uma pedra de
tropeço e rocha de escândalo.
(1 Pedro 2.6-8).
Da
mesma maneira que o Senhor Jesus era uma “pedra de tropeço” e
“rocha de ofensa” para os sumo sacerdotes e fariseus de seus
dias, assim também Ele é para os incrédulos em nossos dias.
Mas
todos os que foram até Ele como a “pedra viva”, podem vê-Lo
como a “preciosa pedra de esquina”. Para Deus, Ele é eleito e
precioso. Apenas Deus pode apreciar o valor pleno de Sua
preciosidade; mas ainda assim, o Senhor Jesus é a porção de
todo verdadeiro crente.
Pedro,
que foi testemunha e Sua majestade no monte da transfiguração e
de Sua “magnífica glória” (2 Pedro 1.16-18), nos fala
daquilo que somos capazes de conceber acerca dessa preciosidade, a
qual é essencial para uma vida cristã feliz.
Como
crentes, nós somos “resgatados… com o precioso sangue de
Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (1 Pedro
1. 18-19).
Nós
temos recebido a capacidade de reconhecer a Cristo como a “pedra
viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com eleita e
preciosa” (1 Pedro 2,4).
Por
meio da justiça de Deus nós temos alcançado, junto com todos os
remidos, “fé igualmente preciosa” (2 Pedro 1.1).
E
nós temos recebido Suas “grandíssimas e preciosas promessas,
para que por elas fiqueis participantes da natureza divina” (2
Pedro 1.4).
Sangue
precioso – pedra preciosa – fé preciosa – promessas
preciosas!
Extraído
do livreto Boa Semente – 09/jul
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quarta-feira, 8 de julho de 2020
UM CHAMADO IRRESISTÍVEL
“Vem,
agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os
filhos de Israel, do Egito” Êxodo 3.10.
Moisés
passara quarenta anos no Egito aprendendo a ser alguém. Passara
mais quarenta anos em Midiã aprendendo a ser ninguém. Agora, ele
recebe o chamado de Deus para ir ao Egito e tirar o seu povo de
lá. Nessa última empreitada ele empregará os últimos quarenta
anos de sua vida aprendendo que Deus é Todo-poderoso.
Deus
aparece a Moisés na sarça ardente, como o Deus da aliança, o
Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó (Ex 3.6). Explica para
Moisés a razão pela qual o está chamando para libertar o seu
povo: “Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no
Egito, e ouvi o seu clamor por causa de seus exatores. Conheço-lhe
o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo das mãos dos
egípcios...” (Ex 3.7,8)
Nos
quarenta anos que Moisés viveu em Midiã, Deus esteve ouvindo o
clamor do seu povo no Egito. As orações daqueles que trabalharam
debaixo do chicote não ficaram esquecidas. Agora, chegara o tempo
da libertação. Deus não apenas libertaria seu povo da
escravidão, mas, também, lhe daria uma terra boa e ampla, terra
que mana leite e mel (Ex 3.8). Depois de Deus explicar a Moisés
como estivera ouvindo as orações do seu povo e vendo a sua
opressão nas mãos dos egípcios, convoca-o, irresistivelmente,
para ser o libertador do povo (Ex 3.9,10).
Extraído
do livreto Cada Dia – 08/07/20
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NECESSIDADE DE CONFISSÃO
O
que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as
confessa e deixa, alcançará misericórdia.
(Provérbios 28.13).
Um
dia, uma pessoa que trabalhava no caixa foi ao médico com
estranhos sintomas. Ele disse que se sentia muito inseguro em pé.
Ele tropeçava com facilidade e tinha um medo crescente de cair
subitamente no meio da rua.
O
exame médico mostrou que, fisicamente, tudo estava em ordem.
Havia, entretanto, sinais de agitação. Por fim, o experiente
médico foi direto ao ponto dizendo que o paciente havia subtraído
dinheiro do caixa. Bastante chocado, ele admitiu ter feito isso,
mas disse que havia pago tudo de volta há muito. Ainda assim, ele
tinha medo que tudo pudesse vir à tona.
Este
fato é uma boa ilustração para o nosso texto de hoje. A ofensa
pode sempre ser sutil, como no caso acima, mas as consequências
do pecado encoberto e da manutenção do silêncio acerca da
transgressão, sempre são similares: inquietude interior que
conduz a outros problemas na vida do indivíduo.
A
única coisa que pode ajudar é uma confissão franca, primeiro
diante de Deus. Cada pecado que uma pessoa cometeu foi um pecado
contra Deus. Qualquer um que apresente sua culpa a Deus,
encontrará misericórdia o obterá o perdão. Deus pode nos
perdoar, porque Seu próprio Filho, Jesus Cristo, foi enviado para
a morte por nossas ofensas.
Se
pecamos contra outras pessoas, também será necessário confessar
os pecados que cometemos contra elas, para encontrarmos a
verdadeira paz. Deus irá nos ajudar a fazer isso. Ele também nos
concederá o poder libertador de evitar o pecado,
de tal modo que possamos viver alegres com Ele e para Ele nesse
mundo.
Extraído
do livreto Boa Semente – 08/jul
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