sábado, 11 de julho de 2020

VERDADEIRA GRATIDÃO

Sedes agradecidos. (Colossenses 3.15).

Ingratidão dirigida a Deus é atribuída a incrédulos na Epístola aos Romanos 1.21. Entretanto, o mandamento do apóstolo Paulo para os crentes em Colossos é eminentemente importante para nós hoje. Por que?
O modo como as pessoas estão pensando, está geralmente marcado por uma crescente atitude exigente: “eu que isso ou aquilo, e tenho todo o direito ao que desejo”. Se eles então conseguem o que desejam, consideram isto como algo obvio. Eles até podem dizer “muito obrigado”, de modo educado. Mas a gratidão genuína, vinda do coração, é algo raro.
Os crentes não devem se deixar influenciar, de nenhuma maneira, por tal atitude. Gratidão sincera deve caracterizá-los. Tudo o que temos e somos é dom da graça de Deus. Não merecemos nada, mas recebemos todas as coisas por meio de Sua graça.
Com o que poderíamos contribuir para obter nossa grande salvação? E por que continuamos no caminho da fé? Por décadas temos desfrutado de paz, podendo praticar nossa fé com toda liberdade. Isso parece algo obvio diante de um mundo em convulsão? “Sede agradecidos”! Quando foi a última vez que agradecemos a Deus por esses dons?
Será que merecemos nosso alimento diário? A maioria de nós vive em casas aquecidas e tem roupas suficientes. E nossas torneiras suprem água, e os interruptores luz. Essas coisas não são obvias ara muitos sobre a terra. “Sede agradecidos”!
A verdadeira gratidão deve se manifestar em nosso contato com outros. Isso não nos custa nada e pode aquecer muitos corações nesse mundo frio. Pode até servir como um indicador para o Salvador Jesus Cristo.

Extraído do livreto Boa Semente – 11/jul

sexta-feira, 10 de julho de 2020

O DEUS DA ALIANÇA

           “Assim dirás aos filhos de Israel: O Senhor....o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou...” Êxodo 3.15.

Moisés tinha a missão de convencer a Faraó, e também o povo de Israel, de que sua missão era verdadeira. Naquele tempo Faraó era o homem mais influente da terra e o Egito era o império mais poderoso do mundo. Mas, o argumento decisivo que Moisés deveria usar para falar ao povo, era dizer que o Deus da aliança aparecera para ele e o comissionara para libertar os cativos. Moisés deveria deixar claro para o povo que Deus ouvira suas orações (Ex 3.7) e vira sua aflição (Ex 3.16).
Deus promete libertar seu povo e ainda promete lhe dar uma terra que mana leite e mel (Ex 3.17). Moisés e os anciãos deveriam ir a Faraó para dizer-lhe: “O Senhor, o Deus dos hebreus, nos encontrou. Agora, pois, deixa-nos ir...” (Ex 3.18) Deus, porém, alerta a Moisés que Faraó não deixará o povo sair a não ser que seja obrigado por mão forte (Ex 3.19). Mas quem pode resistir ao Deus Todo-poderoso?
O Senhor prometeu: “... estenderei a mão e ferirei o Egito com todos os meus prodígios que farei no meio dele; depois, vos deixará ir”. (Ex 3.20) O povo de Israel seria liberto, mas não de mãos vazias. Os egípcios seriam despojados (Ex 3.21,22). O panteão de deuses do Egito seria desbancado para que toda a terra soubesse que só há um Deus vivo e verdadeiro, o grande EU SOU.

Extraído do livreto Cada Dia – 10/07/20

MORRENDO EM PAZ

        E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo. (Hebreus 9.27).

Pouco antes de sua morte em 2007, um escritor estadunidense disse em uma de suas últimas entrevistas; “Em minha vida eu fui uma mistura decente de bem e mal. Se eu for para o inferno, então eu não consigo imaginar o que acontecerá para a pior metade da raça humana”.
Esse homem, de alguma maneira acreditava na existência de Deus e de Seu adversário. Mas ele tinha formado seus próprios conceitos acerca disso e desenvolvido suas próprias ideias de céu e inferna. Mas, pior ainda, para ele Jesus Cristo também era “mistura de bem e mal”. Se isso é verdade, o próprio Cristo necessitaria de redenção e não poderia ser nosso Salvador.
O autor encarou a morte e a vida no além sem a certeza que seus pecados foram perdoados. Foi essa a razão por suas afirmações ridículas.
De fato, existem pessoas que creem que a raça humana está dividida em dois grupos: num deles predomina o bem e no outro o mal. É claro que imaginam que eles pertencem ao primeiro grupo.
Se nós vamos para o céu ou para o inferno não é decidido pelo número de nossos atos bons ou maus. A questão é: se naquela hora decisiva existe qualquer mal em nossas vidas. Se sim, o mesmo não poderá ser desfeito. Não podemos permanecer diante do Santo Deus nesse estado.
Esse é o motivo porque todos necessitam do Filho de Deus como Redentor. Sendo Santo, puro e sem pecado Jesus Cristo tornou-Se o substituto para os culpados e recebeu o castigo que mereciam sobre a cruz. Precisamos dEle como nosso Salvador se queremos morrer em paz.

Extraído do livreto Boa Semente – 10/jul

quinta-feira, 9 de julho de 2020

O GRANDE EU SOU

         Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros” Êxodo 3.14.

Ao receber o chamado para ser o libertador de Israel, Moisés destacou sua fragilidade para o exercício de tão grande missão (Ex 3.11). Já fracassara há quarenta anos. Que fatores novos teria agora para não fracassar novamente? Deus respondeu a ele: “Eu serei contigo” (Ex 3.12). Por saber que o Egito era terra de muitos deuses, pergunta: “... quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?” (Ex 3.13). Então, Deus disse a Moisés: “EU SOU O QUE SOU” (Ex 3.14).
Aqui Deus se revela, pela primeira vez, como o Deus que era, que é e que há de vir. Este é o Deus Javé, o Deus da aliança. Ele é autoexistente, imenso, infinito, eterno, imutável, onisciente, onipresente, onipotente, transcendente, soberano. Os deuses dos povos foram forjados pela imaginação humana, mas Javé é o Deus único e verdadeiro.
Os deuses dos povos não passam de ídolos, mas o Senhor é o grande EU SOU. No evangelho de João, Jesus se apresenta como o grande EU SOU (Jo 8.58). Jesus é o pão da vida, a luz do mundo, a porta, o bom pastor, a ressurreição e a vida, o caminho, e a verdade, e a vida. Ele é a videira verdadeira, o grande EU SOU. Ele é o nosso libertador, redentor e Senhor.

Extraído do livreto Cada Dia – 09/07/20

PRECIOSIDADES!

       Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido… Para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes… uma pedra de tropeço e rocha de escândalo. (1 Pedro 2.6-8).

Da mesma maneira que o Senhor Jesus era uma “pedra de tropeço” e “rocha de ofensa” para os sumo sacerdotes e fariseus de seus dias, assim também Ele é para os incrédulos em nossos dias.
Mas todos os que foram até Ele como a “pedra viva”, podem vê-Lo como a “preciosa pedra de esquina”. Para Deus, Ele é eleito e precioso. Apenas Deus pode apreciar o valor pleno de Sua preciosidade; mas ainda assim, o Senhor Jesus é a porção de todo verdadeiro crente.
Pedro, que foi testemunha e Sua majestade no monte da transfiguração e de Sua “magnífica glória” (2 Pedro 1.16-18), nos fala daquilo que somos capazes de conceber acerca dessa preciosidade, a qual é essencial para uma vida cristã feliz.
Como crentes, nós somos “resgatados… com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (1 Pedro 1. 18-19).
Nós temos recebido a capacidade de reconhecer a Cristo como a “pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com eleita e preciosa” (1 Pedro 2,4).
Por meio da justiça de Deus nós temos alcançado, junto com todos os remidos, “fé igualmente preciosa” (2 Pedro 1.1).
E nós temos recebido Suas “grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina” (2 Pedro 1.4).
Sangue precioso – pedra preciosa – fé preciosa – promessas preciosas!

Extraído do livreto Boa Semente – 09/jul

quarta-feira, 8 de julho de 2020

UM CHAMADO IRRESISTÍVEL

         “Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito” Êxodo 3.10.

Moisés passara quarenta anos no Egito aprendendo a ser alguém. Passara mais quarenta anos em Midiã aprendendo a ser ninguém. Agora, ele recebe o chamado de Deus para ir ao Egito e tirar o seu povo de lá. Nessa última empreitada ele empregará os últimos quarenta anos de sua vida aprendendo que Deus é Todo-poderoso.
Deus aparece a Moisés na sarça ardente, como o Deus da aliança, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó (Ex 3.6). Explica para Moisés a razão pela qual o está chamando para libertar o seu povo: “Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa de seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo das mãos dos egípcios...” (Ex 3.7,8)
Nos quarenta anos que Moisés viveu em Midiã, Deus esteve ouvindo o clamor do seu povo no Egito. As orações daqueles que trabalharam debaixo do chicote não ficaram esquecidas. Agora, chegara o tempo da libertação. Deus não apenas libertaria seu povo da escravidão, mas, também, lhe daria uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel (Ex 3.8). Depois de Deus explicar a Moisés como estivera ouvindo as orações do seu povo e vendo a sua opressão nas mãos dos egípcios, convoca-o, irresistivelmente, para ser o libertador do povo (Ex 3.9,10).

Extraído do livreto Cada Dia – 08/07/20

NECESSIDADE DE CONFISSÃO

       O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. (Provérbios 28.13).

Um dia, uma pessoa que trabalhava no caixa foi ao médico com estranhos sintomas. Ele disse que se sentia muito inseguro em pé. Ele tropeçava com facilidade e tinha um medo crescente de cair subitamente no meio da rua.
O exame médico mostrou que, fisicamente, tudo estava em ordem. Havia, entretanto, sinais de agitação. Por fim, o experiente médico foi direto ao ponto dizendo que o paciente havia subtraído dinheiro do caixa. Bastante chocado, ele admitiu ter feito isso, mas disse que havia pago tudo de volta há muito. Ainda assim, ele tinha medo que tudo pudesse vir à tona.
Este fato é uma boa ilustração para o nosso texto de hoje. A ofensa pode sempre ser sutil, como no caso acima, mas as consequências do pecado encoberto e da manutenção do silêncio acerca da transgressão, sempre são similares: inquietude interior que conduz a outros problemas na vida do indivíduo.
A única coisa que pode ajudar é uma confissão franca, primeiro diante de Deus. Cada pecado que uma pessoa cometeu foi um pecado contra Deus. Qualquer um que apresente sua culpa a Deus, encontrará misericórdia o obterá o perdão. Deus pode nos perdoar, porque Seu próprio Filho, Jesus Cristo, foi enviado para a morte por nossas ofensas.
Se pecamos contra outras pessoas, também será necessário confessar os pecados que cometemos contra elas, para encontrarmos a verdadeira paz. Deus irá nos ajudar a fazer isso. Ele também nos concederá o poder libertador de evitar o pecado, de tal modo que possamos viver alegres com Ele e para Ele nesse mundo.

Extraído do livreto Boa Semente – 08/jul