quarta-feira, 23 de julho de 2025

JESUS: PAZ VERDADEIRA

 



... a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14.27).

Seguramente você deseja, e muito, viver em paz e sem medo. Mas, estamos cercados de contingências, acidentes e coisas que nem sempre estão sob nosso controle. Quem não tem experimentado certa dose de ansiedade e medo nestes dias que estamos vivendo? Nesta passagem Jesus está dizendo aos seus discípulos, os quais estavam assustados e com medo, que ele veio trazer uma paz que não é a mesma que o mundo dá.

A paz que o mundo oferece é, muitas vezes, superficial e passageira. Ela é baseada em circunstâncias favoráveis ou quando tudo vai bem. Para a maioria das pessoas ter paz significa ter um bom emprego, uma boa família, finanças estáveis, bons amigos, um casamento harmonioso, morar numa boa casa ou ter boa saúde. No entanto, essa paz é frágil e pode ser facilmente abalada pelas dificuldades da vida.

A paz oferecida por Jesus é um estado de alma. Ela se faz presente e nos leva a desfrutar de plena confiança em Deus. 
A paz não é ausência de tempestade; é o senso da presença protetora de Deus mesmo diante das crises da vida. É dessa paz que Jesus estava falando com seus discípulos naquela noite. A paz que vem dele é a paz genuína. Ela preenche o coração trazendo serenidade mesmo em meio às tempestades da vida. Essa paz triunfa sobre o medo e sobre as angústias da vida.

Extraído do livreto Cada Dia – 23/07/25

Dando sempre graças por tudo

 

Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai. Efésios 5.20

Qualquer que seja o tipo de mal que nos sobrevenha, se estivermos em Deus e cercados por Ele como por uma atmosfera, o mal tem que passar por Ele antes de chegar a nós. Portanto, podemos agradecer a Deus por tudo o que nos acontece, não pelo pecado que haja no fato, mas pelo que Deus trará através dele. Possa Deus fazer das nossas vidas uma ação de graças contínua e um perpétuo louvor, então Ele fará de tudo uma bênção.

Certa vez vimos um homem desenhando uma porção de pontos pretos. Ficamos olhando para eles e não conseguimos ver nada, senão um agrupamento irregular de simples pontos pretos. Mas depois ele traçou umas linhas verticais sobre os pontos, desenhou pausas, e, por fim, fez uma clave no início. Então percebemos que aqueles pontos pretos eram notas musicais. Tocando-as, descobrimos que era o hino:

A Deus, supremo benfeitor.

Anjos e homens dêem louvor.

Há pontos pretos em nossa vida, e não somos capazes de entender por que Deus permitiu tais coisas. Mas se deixarmos que Deus entre em nós e ajuste os pontos de maneira certa, trace as linhas que Ele quer, separe isto daquilo e coloque as pausas nos lugares próprios, Ele fará dos pontos pretos da nossa vida uma gloriosa harmonia. Não O impeçamos nessa gloriosa obra! – C. H. P.

Muitas pessoas devem a grandeza de suas vidas às suas tremendas dificuldades. – C. H. Spurgeon

Quando o músico toca as teclas pretas do grande órgão, a música é tão doce como quando toca as brancas, mas para usar toda a capacidade do instrumento, ele precisa tocá-las todas. – Selecionado

Extraído do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman 23/07

terça-feira, 22 de julho de 2025

JESUS: MESTRE POR EXCELÊNCIA

 


    “porque ele as ensinava como quem tem
autoridade e não como os escribas.” (Mateus 7.29).

A figura de Jesus é lembrada para servir de exemplo em diversas áreas do conhecimento. E não poderia ser diferente na área da Educação. Jesus tem sido considerado o Mestre por excelência. Jesus foi, sem dúvidas, um mestre que transformou vidas e continua a impactar o mundo até os nossos dias. Sobre suas características como educador podemos destacar pelo menos três pontos. Primeiro: ensinava com autoridade diferente do ensino dos escribas, que não causava impacto na vida das pessoas. 
A autoridade de Jesus não era derivada de uma posição religiosa, mas de sua relação com o Pai.

Segundo: ensinava pelo exemplo. Jesus não apenas ensinava com palavras, mas também com ações. Sua vida e comportamento eram lições constantes para seus discípulos e seguidores. Ao ensinar sobre humildade, amor e serviço, ele demonstrava essas qualidades em suas atitudes diárias.

Terceiro: ensino relacional. Jesus era um mestre relacional que ensinava de maneira pessoal e direta. Ele se aproximava de seus discípulos e seguidores conhecendo suas necessidades, dificuldades e realidades, e ensinava de acordo com o que eles podiam compreender. Ele investia em seus discípulos criando um ambiente de relacionamento pessoal e cuidado, onde o aprendizado acontecia de forma íntima e prática.

Extraído do livreto Cada Dia – 22/07/25

Por isso o Senhor espera

 

Por isso o Senhor espera, para ter misericórdia de vós. bem-aventurados todos os que nEle esperam.Isaías 30.18

Devemos considerar não só nossa espera em Deus, mas também, o que é mais maravilhoso, a espera de Deus por nós. A idéia de Deus esperando por nós dará novo impulso e inspiração à nossa espera nEle. Ela nos dará aquela certeza de que nossa espera não pode ser em vão. Vamos procurar neste momento, com um espírito de espera em Deus, descobrir o que isto significa. Ele tem propósitos gloriosos e inimagináveis para cada um de Seus filhos. Mas alguém pergunta: “Se Ele espera para ter misericórdia, como é que mesmo depois que eu venho e espero n\ele, Ele não me dá o que peço, mas espera ainda mais e mais?”

Deus é um sábio agricultor, que “espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência”. Ele só pode colher o fruto quando estiver maduro. Ele sabe quando é que estamos espiritualmente prontos para receber a bênção, de maneira que redunde em nosso proveito e em Sua glória. Essa espera, sob o sol do Seu amor, é que faz a alma amadurecer para receber a bênção. É necessário esperar também sob a nuvem da provação, que depois se rasga em chuvas de bênçãos. Esteja certo de que, se Deus espera mais tempo do que você desejaria, é somente para tornar a bênção duplamente preciosa. Deus esperou quatro mil anos, até a plenitude dos tempos para enviar Seu Filho. Nossos dias estão nas Suas mãos; Ele depressa fará justiça aos Seus eleitos; apressar-Se-á em nosso auxílio e não Se demorará nem uma hora a mais que o necessário. – Andrew Murray

Extraído do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman 22/07

segunda-feira, 21 de julho de 2025

JESUS: GRANDE INTERCESSOR

 



Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou,
antes, quem ressuscitou, o qual...intercede por nós.” (Romanos 8.34).

Intercessão é o ato de interceder por alguém, de se colocar em favor de outra pessoa em oração. Significa ser a ponte entre duas pessoas, chegando diante de uma para pedir algo em favor de outra, ou de alguma causa (Ef 3.14). Jesus não é apenas o nosso Salvador, ele é também o nosso intercessor. Ele está à direita de Deus Pai intercedendo por nós, defendendo-nos e apresentando nossas necessidades diante de Deus. A intercessão de Jesus Cristo é uma das expressões do seu cuidado por nós.

Em Hebreus 7.25, lemos: “Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” Que conforto encontramos nessas palavras! Jesus não apenas morreu por nós; ele vive para interceder por nós, o que nos dá confiança de que ele está sempre ao nosso lado, apresentando nossas necessidades a Deus.

O apóstolo Paulo, em Romanos 8.34, diz: “Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós.” Podemos nos aproximar de Deus com confiança. A intercessão de Jesus nos dá livre acesso ao trono da graça. Não importa quão grande ou pequena seja nossa necessidade. Podemos nos aproximar de Deus com confiança porque Jesus está intercedendo por nós.

Extraído do livreto Cada Dia – 21/07/25

Rogo-te que mais esta vez

 

Rogo-te que mais esta vez faça eu a prova com a lã. Juízes 6.39

Nossa fé se desenvolve por estágios. Numa fase da experiência cristã, só conseguimos crer se tivermos algum sinal ou uma grande manifestação de sentimentos. Como Gideão, apalpamos o nosso velo de lã e, se ele estiver molhado, nós nos dispomos a crer em Deus. Esta fé pode ser verdadeira, mas imperfeita. Ele sempre procura algum sentimento, algum sinal, além da Palavra de Deus. Quando confiamos em Deus sem nada sentir, denotamos um bom avanço na fé. É uma coisa bendita crer sem ter nenhuma emoção.

Há um terceiro estágio da fé, que transcende a esse de Gideão e seu velo. O primeiro crê quando há emoções favoráveis; o segundo, quando não há emoções; mas a terceira forma de fé crê em Deus e na Sua Palavra, quando as circunstâncias, os sentimentos, as aparências, as pessoas e a razão indicam o contrário. Paulo exercitou este tipo de fé em Atos 27.20, 25: “Não aparecendo, havia já alguns dias, nem sol nem estrelas, caindo sobre nós grande tempestade, dissipou-se afinal toda a esperança de salvamento”. Não obstante tudo isso, Paulo disse: “Senhores, tende bom ânimo; pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito”.

Que Deus nos dê fé para confiarmos plenamente na Sua Palavra, embora tudo mais dê testemunho em contrário. – C. H. P.

Extraído do livro Mananciais no Deserto – Lettie Cowman 21/07

domingo, 20 de julho de 2025

JESUS: VERDADEIRO HOMEM

 



Porquanto há um só Deus e um só Mediador
entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem...” (1 Timóteo 2.5).

Algumas religiões concebem Deus como um ser distante e inacessível. O cristianismo, por sua vez, revela o Deus que se fez homem para estar perto de nós. De acordo com as Escrituras Sagradas, Jesus Cristo é o eterno e verdadeiro Deus e, ao mesmo tempo, verdadeiro homem. Ele foi concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da virgem Maria (Lc 2.5-7). Mas ele também é chamado de Cristo Jesus, homem (1Tm 2.5).

Jesus Cristo tinha um corpo humano, era de carne e osso como os demais homens. “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39). Jesus foi feito em todas as coisas semelhante a seus irmãos (Hb 2.17). O Filho de Deus se fez homem, compartilhando de nossa natureza em tudo, exceto no pecado. Ele se identificou conosco. Como homem experimentou todas as emoções e desafios que nós enfrentamos. Ele sabe o que é sentir fome, sede, cansaço, dor, alegria e tristeza. E foi esse corpo humano que suportou o peso da cruz e foi nela encravado.

Por ser humano, Jesus Cristo morreu na cruz. Sua morte foi essencial para a nossa salvação. Se Jesus não fosse humano não poderia ter morrido por nós. Sua morte nos reconciliou com Deus e nos proporcionou a vida eterna.

Extraído do livreto Cada Dia – 20/07/25