- “Reflita agora: Qual foi o inocente que chegou a perecer? Onde foi que os íntegros sofreram destruição?” (Jó 4.7).Elifaz era um dos amigos de Jó que, ao saber de todas as desventuras que ele havia experimentado, foi ao seu encontro. Porém, a postura desse amigo não é a de tentar encorajar, apoiar ou suportar. Ao contrário, a partir de uma visão retributiva, atribuiu o sofrimento de Jó como reação a algum ato de maldade que o mesmo havia realizado e, dessa maneira, exerceu um julgamento totalmente equivocado.A visão de Elifaz é limitada ao acreditar que um inocente não pode perecer, uma vez que vivamos em um mundo instável que experimenta lampejos da desconexão, de opção humana de viver longe de Deus e à sua própria sorte. Experimentamos constantemente o sofrimento por causa desse mundo instável. É verdade que algumas vezes o nosso sofrimento pode ser consequência de atitudes precipitadas ou erradas. Mas o nosso papel não é o de apontar o dedo para o outro e, sim, o de estender a mão para ajudá-lo de alguma forma.Já pensou em como hoje você pode ajudar quem está perto de você? Antes de se apressar em dizer que todos os dissabores são consequência de algum erro que as pessoas, porventura, possam ter cometido, se coloque à disposição para auxiliar e apoiar aqueles ao seu redor que estão sofrendo, demonstrando a eles o amor de Deus por intermédio de sua vida.Extraído do livreto Cada Dia – 09/04/20
quinta-feira, 9 de abril de 2020
JULGAMENTO EQUIVOCADO 1
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