Tu
és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação.
(Salmo 89.26)
“Em
Ti, Senhor, me refugio” – agora esta é firme declaração do
fiel (v.1). No versículo 6: “Eu, porém, confio no senhor”. E
novamente no final de nossa leitura: “Quanto a mim, confio em Ti
Senhor” (v. 14). Em meio à tempestade desencadeada sobre os
homens, ele se ancora nesta certeza. Seu refúgio já não é mais
a sua própria montanha (Salmo 30.7), mas o Senhor, sua inabalável
Rocha (v. 3). Nada nem ninguém pode destruir a fé estabelecida
em tal fundação (Mateus 7.25). A sua fé, caro leitor, está
firmada na Rocha?
Há
um momento na vida, mais do que qualquer outro, quando esta
verdade é especialmente necessária. É o último momento, em que
tudo será deixado para trás e passaremos pela morte. Nessa
jornada, nada há que possamos levar, exceto o Deus em quem
confiamos (Provérbios 14.32). O versículo 5 nos lembra que, no
instante de Sua morte, Cristo expressou essa absoluta confiança
mediante Sua última palavra na cruz: “Pai em Tuas mãos entrego
o meu Espírito” (Lucas 23.46).
Extraído
do livreto Boa Semente – 22/jun
|
segunda-feira, 22 de junho de 2020
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DOS SALMOS
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário